Danielle Panabaker é a capa da edição de outubro da revista NKD Mag. Além da sessão de fotos, a atriz concedeu entrevista e falou sobre o começo da carreira junto com sua irmã, Kay Panabaker, a sua estreia como diretora em um episódio de The Flash, assim como a 5ª temporada da série, o que espera de trabalhos futuros, empoderamento feminino, o impacto e legado de suas atuais personagens e mais. Confira a entrevista na íntegra:

DANIELLE PANABAKER por Catherine Powell
Danielle Panabaker é tão fácil quanto consegue – até o seu pedido de café é simples (se você está se perguntando, é um latte gelado de amêndoas.) Ela chega para a nossa manhã de ensaio fotográfica pronta para começar, e imediatamente após acabar, ela embarca em um avião de volta para Vancouver, onde passa quase 10 meses do ano gravando The Flash. O estresse de um longo dia pode pegar algumas pessoas, mas Danielle está acostumada a isso – ela tem vivido essa vida agitada desde que tinha 15 anos. Agora com 31, ela é uma profissional experiente – mas ainda não está completamente convencida de que poderá fazer isso para sempre.

Danielle cresceu mudando de cidade a cada dois anos por conta do trabalha de seu pai com vendas, e enquanto estudava em casa nos subúrbios de Atlanta, sua mãe inscreveu Danielle e sua irmã mais nova (a atriz Kay Panabaker) em um programa de teatro comunitário para que elas pudessem ficar perto de crianças de sua idade. As duas trabalharam um pouco em Atlanta antes do clã Panabaker se mudar do norte para Chicago, onde as duas irmãs continuaram trabalhando. Eventualmente, foi sugerido que as garotas tentassem a temporada de pilotos em Los Angeles, então eles se mudaram novamente quando Danielle tinha 15 anos de idade. 15 anos depois, ainda é onde Danielle chama de casa.

Ambas Danielle e Kay tiveram sorte e começaram a trabalhar logo, o que foi difícil para a família no começo, mas eles fizeram funcionar. Sua mãe viajava com quem estivesse filmando fora da cidade, e o seu pai ficava em casa, em Los Angeles, com a outra. Mas assim que fez 18 anos, ela não precisava de acompanhante.

Danielle achou confortante ter por perto alguém que entendia o que ela estava passando, mas admite que as duas tiveram experiências muito diferentes. “Ela [Kay] é muito mais extrovertida do que eu, e muitas coisas vieram mais fácil para ela do que pra mim,” Danielle admite. “Foi bom ter ela [por perto], mas a experiência de cada uma é diferente.”

Apesar dos sonhos e objetivos de Danielle, ela sempre olhou para a atuação de um ponto de vista muito realista – onde cada trabalho poderia ser o seu último. Mesmo aos 15 anos, ela entendia que muito de sua carreira estava fora de seu controle. “O fato de que eu posso viver fazendo o que eu amo? Eu tenho sorte,” ela diz, “mas quando nós viemos para Los Angeles, foi com o entendimento que essa coisa de atuar não iria dar certo e eu voltaria para Chicago em um ano.” Entretanto, as coisas mudaram constantemente para ela na adolescência, então a família ficou na California. Mas mesmo com o sucesso inicial, Danielle e seus pais ainda valorizavam a educação, e ela foi para a UCLA (Universidade da California em Los Angeles) e aos 19 anos se formou em Inglês. “Naquela época eu estava trabalhando integralmente em Shark, então eu ia para o trabalho às segundas, quartas e sextas-feiras, e ia para a faculdade às terças e quintas,” Danielle relembra, “É o meu plano B. Eu gostaria de pensar que não preciso de um plano B, mas a realidade é que essa indústria está mudando muito rápido.”

Danielle trabalhou em Shark por quase três anos e após isso, fez uma decisão consciente de não trabalhar na televisão por um tempo. Mas depois de alguns anos fazendo filmes de baixo orçamento, Danielle começou a procurar ativamente por um novo papel na televisão. E aí entra The Flash.

Imediatamente interessada na série por conta do envolvimento do produtor Greg Berlanti, Danielle conquistou o papel de Caitlin Snow e está na série desde o primeiro episódio. Agora, após três meses gravando a 5ª temporada, a série se aproxima de seu 100º episódio. “Não há muitas séries por aí que fazem isso,” ela diz, “algumas vezes parece que já se passaram 40 anos e as vezes parece que foram 4 minutos.”

The Flash foi a segunda série do universo da The CW denominado de “Arrowverse” (seguido de Arrow, obviamente), e com isso veio uma esperada quantidade de sucesso. Arrow tinha reunido um número de fãs, e havia pelo menos uma forte esperança de que aqueles espectadores também acompanhassem outra série de super-herois dentro do mesmo universo. As expectativas eram tão altas que alguns dos colegas de elenco de Danielle e vários membros da equipe começaram a procurar moradia em Vancouver enquanto gravavam o piloto – antes da série ter o seu sinal verde oficial. Mas, realista como sempre, Danielle esperou até que as coisas fossem oficiais antes de se mudar para o Canadá. “Isso é contar com as galinhas antes que o ovo choque,” ela diz, “Eu estive fazendo isso por tanto tempo, que pensava ‘Eu vou atravessar essa ponte, quando for a hora'”

Além do nome de Greg [Berlanti] estar relacionado a série, Danielle imediatamente foi atraída para Caitlin por conta de suas várias camadas. “Ela tem um ótimo trabalho que ela é incrivelmente boa, e é muito inteligente, e ser inteligente é celebrado,” diz Danielle, “eu sempre fui boa em matemática, e era constantemente provocada por conta disso, então eu gosto que a inteligência e sua paixão pelo trabalho estejam em foco, ao invés de apenas com quem ela está namorando.”

Os fãs dos quadrinhos imediatamente reconheceram o nome de Caitlin como o alter ego de Killer Frost, e estavam esperando pelo dia em que ela se tornaria gélida na tela. Este momento chegou na 3ª temporada, seguindo o “Flashpoint” – uma ocorrência de alteração da linha do tempo que foi o resultado de Barry Allen (Grant Gustin) voltando no tempo para salvar a sua família, e então desfazendo a coisa toda. (Não mexam com viagem no tempo, crianças.) Mas como aprendemos no final da 4ª temporada, os poderes de Caitlin não foram resultados da impulsividade de Barry ou do acelerador de partículas, e sim de alguma coisa que esteve em seu DNA desde a infância.

Danielle estava ansiosa para abordar mais da história de Killer Frost na 4ª temporada, mas é completamente sincera ao admitir que sentiu que isso se perdeu no embaralhado de todos os outros pontos da trama. Mas a 5º temporada explorará as histórias de ambas Killer Frost e Caitlin com mais profundidade do que nunca. “Eles me prometeram que neste ano fariam um trabalho melhor de explicar de onde ela surgiu e quem ela é, e estou animada para aprender mais sobre isso,” Danielle diz sobre Killer Frost, “na metade da 4ª temporada, eu senti que ela estava apenas aparecendo.”

Parte desse entendimento virá da introdução do pai de Caitlin, interpretado por Kyle Secor, “Eu conheci Kyle e ele é um sonho,” Danielle diz. Pelos últimos três anos, Caitlin tem operado sob a suposição de que seu pai está morto, então essa introdução com certeza causará uma agitação. Enquanto ela investiga a história de sua família para aprender mais sobre seus poderes, isso a leva a ter mais perguntas sobre sua família. Com o relacionamento com sua mãe já manchado, isso deve ser revelador.

A nova informação de Caitlin balança a sua dinâmica com a equipe Flash – mas em uma maneira boa. Como a única personagem principal que não teve a família realmente explorada, as novas revelações irão trazer o apoio de seus colegas. Danielle adianta que “boas cenas com Carlos [Valdes]” estão vindo, e até mesmo uma amizade com o novo membro da equipe Flash, Ralph (Hartley Sawyer).

Enquanto Danielle se acostumou a interpretar Caitlin, nesta temporada ela terá um novo papel: diretora. Danielle fará a sua estreia como diretora no episódio 18 desta temporada e enquanto a gravação desse episódio está a meses de distância, ela já está se preparando. “Eu estive extremamente focada nisso. Estou extremamente ansiosa,” ela diz, “eu quero aprender o máximo que eu posso.” Para se preparar, Danielle passa o maior tempo que pode na sala de pós-produção, e fez um wokshop de direção no último verão. No tempo livre durante as gravações, ela está fazendo uma ‘masterclass’ em direção com Ron Howard, e recentemente sentou com Tara Nicole Weyr, que dirigiu The Flash na temporada passada, que deu um grande conselho de como conduzir a série. “Ela foi tão generosa comigo e me deu ótimos conselhos,” diz Danielle.

Danielle sempre foi fascinada pelo processo de criação de filmes e televisão porque são “mais de 150 artistas se reunindo, fazendo o que eles fazem de melhor, para criar algo.” Ela sempre pensou que gostaria de produzir em algum momento da carreira, mas acabou tendo a oportunidade de dirigir primeiro. “Eu estava realmente inspirada por Tom Cavanagh [que interpreta Harrison Wells em The Flash], que dirigiu na 3ª temporada,” diz Danielle, “eu fiquei um pouco apavorada quando me ofereceram o trabalho, mas eu acho que me inclinar, dizer ‘sim’ e aproveitar a oportunidade.” Os colegas de trabalho de Danielle já apoiam o seu esforço. Particularmente Danielle Nicolet (que interpreta Cecile), e se juntou a série em 2015, e Tom. “Eu não acho que estaria fazendo isso sem o apoio e orientação de Tom,” ela diz. “E eu acredito que Grant e Carlos irão me apoiar de alguma forma especial.”

Apoio é algo que atravessa o universo inteiro da DCTV – especialmente entre as mulheres, que criaram um tipo de refúgio com o nome de SheThority – que oferece uma plataforma para mulheres darem conselhos para as outras e compartilharem suas histórias. “Eu tenho que dar muito crédito para Caity Lotz, porque foi ela quem apresentou a ideia para nós no último outono, durante os crossovers, e não acho que estaríamos nisso se não fosse por ela,” diz Danielle. “Na era do ‘Times Up’, vendo a discrepância de salários entre homens e mulheres nessas séries… Ter essas mulheres com que eu posso contar – Caity Lotz e Katie Cassidy em particular – é empoderador.” As mulheres eliminaram a ideia de que “há apenas lugar para uma” e estabeleceram uma comunidade onde sabem que outras mulheres irão a batalha por elas. “Houve pessoas na minha vida que ficaram um pouco irritadas por termos nos unido, mas na minha opinião, conhecimento é poder, e sou grata a essas mulheres,” ela diz.

SheThority tem dado às mulheres uma conexão mais profunda com as fãs da série e no topo da interação online, Danielle faz um ponto em comparecer a convenções e conhecer fãs de todo lugar do mundo sempre que sua agenda permite. “Sempre fico deslumbrada quando jovens garotas me dizem ‘Eu quero ser médica’ ou ‘Eu quero ser uma cientista como Caitlin’, isso é incrível,” diz Danielle. “Essas são as interações que são mais significativas para mim – saber que há jovens mulheres assistindo a série e são impactadas por isso de uma forma positiva.”

Com The Flash ainda forte e sem sinais de acabar tão cedo, Danielle não tem certeza do que acontecerá após o eventual fim da série. “Não sei o que vem a seguir. As coisas estão mudando – há muitas plataformas para conteúdo agora,” ela diz, “eu acho que o sonho seria estar em algo como The Handmaid’s Tale ou The Marvelous Mrs. Maisel.” Ela espera que a direção abrirá mais as portas para os bastidores, seja produzindo ou dirigindo outras séries de televisão. “Eu me sinto muito confortável dirigindo The Flash primeiro,” ela diz, “Quando os novos diretores chegam, eu sinto muita empatia por eles.”

Para o futuro imediato, Danielle irá estrelar no filme de natal do canal Hallmark, Christmas Joy, que estreia dia 3 de novembro – uma oportunidade que a animou imediatamente por conta do quão “generoso Hallmark Channel é com as mulheres.” O roteiro foi escrito por uma mulher, assim como foi dirigido por uma mulher – e obviamente estrela uma mulher. Em adição, há uma abundância de mulheres na equipe. “Foi bom fazer algo um pouco diferente,” diz Danielle.

Antes de The Flash, Caitlin Snow e Killer Frost já existiam, e assim que a série inevitavelmente acabar, elas continuarão a existir – seja nos quadrinhos ou em novas adaptações para as telas. No que diz respeito a legado, Danielle não pensa muito nisso – mas ela é incrivelmente grata por fazer parte dessa jornada. “É muito louco que eles fizeram um Funko Pop de mim,” ela diz, “É muito legal.”

Fonte: NKD Mag

Tradução e adaptação por Danielle Panabaker Brasil

No último final de semana, Danielle Panabaker esteve em Londres para a convenção Heroes & Villains Fan Fest. Como parte de sua participação na convenção, ela concedeu entrevistas para a imprensa, uma delas por telefone para o site DC Comic News, onde a atriz revelou sua frustração com a história de sua personagem na 4ª temporada de The Flash, quais personagens gostaria que aparecessem novamente na série, também falou um pouco sobre seus trabalhos voluntários e mais. Confira a tradução da entrevista na íntegra:

Entrevista exclusiva com Danielle Panabaker

Sexta-Feira, 25 de Maio de 2018. 11h15 horário do Reino Unido. Meu telefone estava tocando.

Eu sabia que a ligação viria desde a tarde anterior, mas ainda estava me acostumando com a natureza surreal dessa conversa em participar. Realmente não acreditei até que apertei o botão verde na tela do meu celular e aquela voz tão familiar me trouxe ao mundo real. Isso realmente estava acontecendo. Os organizadores da HVFF me pediram para preparar uma lista de perguntas para Danielle, que foi generosa o suficiente para responder. Então, aqui vamos nós.

DC Comics News: Olá?

Danielle Panabaker: Ei, aqui é a Danielle Panabaker ligando para o Steve.

DCN: Oi, como você está?

DP: Estou bem e você?

DCN: Estou muito bem, obrigado. Você está no Reino Unido ou está ligando dos Estados Unidos?

DP: Estou aqui [Reino Unido] para uma convenção. A convenção começa amanhã. Estou sofrendo um pouco com o fuso horário.

DCN: Não é a melhor sensação, eu sei. Muito obrigado por separar um tempo para falar com a gente, isso é incrível. Então, você já viu as perguntas?

DP: Sim. Eles enviaram para o meu agente, e todas pareciam boas, então… eu vi elas brevemente.

DCN: Bem-vinda a Londres. O que você está achando até agora?

DP: Tem sido ótimo! Não está chovendo, e estou animada para sair e explorar um pouco.

Uma recepção congelante…

DCN: Eu assisto The Flash toda semana, e essa temporada foi incrível. Você interpretou duas personagens… Caitlin e Killer Frost. Como você se sente podendo explorar sua atuação dessa maneira?

DP: Tem sido fantástico! Sou realmente grata pela oportunidade. Nós já fizemos 92 episódios da série e geralmente quando você faz algo desse tipo, interpreta apenas um personagem. Tem sido ótimo interpretar Caitlin e ver ela crescer e evoluir. E o novo desafio e entusiasmo de ter Killer Frost como parte dela também tem sido muito divertido.

DCN: O relacionamento realmente começou a crescer entre os dois lados da personagem na 4ª temporada. Você acha que veremos mais disso na 5ª temporada?

DP: Eu acho que uma das minhas frustrações este ano com a 4ª temporada é que, na metade da temporada, eles estavam tão animados em ter Killer Frost lutando com a equipe, que eles não diminuíram a velocidade e explicaram como isso aconteceu… como isso transição foi feita. Minha esperança é que, para começar, Caitlin descubra como trazer Killer Frost de volta na 5ª temporada, mas também que teremos mais tempo para explorar essa dinâmica.

DCN: Aquela cena incrível de Caitlin como criança, e o acidente com a bicicleta, vendo seu reflexo no espelho na verdade sendo o rosto de Killer Frost… aquilo me surpreendeu!

DP: Essa foi uma boa surpresa. Eu estava realmente feliz que eles finalmente estavam aproveitando o tempo para explorar a um pouco mais do passado e da história de Caitlin.

Novidades…

DCN: Eu sou fã da série desde o começo e você está lá desde o primeiro dia. Nós, como expectadores, realmente sentimentos que vocês são uma grande família. Como é trabalhar todos os dias com essas pessoas?

DP: A dinâmica certamente mudou nos últimos quatro anos. Eu acho que entrar na série, para muitos dos atores, foi o primeiro trabalho deles, e eles estavam muito animados por estarem lá. Isso certamente mudou, quatro anos depois. Nós somos como uma família. Nós nos amamos, mas ninguém é perfeito [nós dois rimos] e certamente também temos nossos problemas.

DCN: Então, quem é o mais brincalhão?

DP: Definitivamente Tom Cavanagh! Nós temos tanta sorte de ter Tom, ele é um veterano tão experiente e possui uma energia incrível que ele traz para o set. Quando ele não está por perto eu realmente percebo, porque ele ilumina nosso dia.

DCN: Sabemos que a Batwoman se juntará ao time ano que vem, pelo menos para os crossovers. Como você se sente sobre isso, e que outros personagens você gostaria de ver na série?

DP: Quer saber o que é engraçado? Vocês tem mais informações do que nós temos.

DCN: Sério?

DP: Sério… Eu vi Franz [Drameh] essa semana e há muita desinformação por aí, porque ninguém sentou e nos explicou o que está acontecendo. Obviamente, estamos em hiatus agora, e será por mais um mês, mais ou menos. Então, quando voltarmos ao trabalho, tenho certeza de que terei mais informações sobre o que está acontecendo no próximo ano para a 5ª temporada. No entanto, eu sinto que ao longo dos últimos dois anos nós apresentamos um bom número de novos personagens. Eu acho que seria legal começar a ver alguns deles voltando também.

DCN: Boa resposta! Quem você gostaria que retornasse?

DP: Eu acho que Trajectory foi incrível! Sei que estamos começando a nos afastar dos velocistas, mas acho que ela foi uma grande adição à série.

DCN: Legal.

DP: Obviamente ver Mark Hamill voltar como o Trapeceiro (The Thickster) é algo que sempre queremos. E penso que o Mestre dos Espelhos (Mirror Master) é um grande vilão para o Flash nos quadrinhos, e sinto que não conseguiram explorar completamente o personagem. Então, esperamos que eles façam isso em algum momento.

DCN: Sim, ele é um dos grandes! Então, está claro que você está por dentro do universo de Flash. Antes de trabalhar na série, e desde então como é seu relacionamento com os quadrinhos?

DP: Antes de The Flash eu não sabia nada sobre quadrinhos, então tem sido uma educação incrível. Sempre que eles falam “Oh, isso é X, Y e Z”, eu sou a primeira que precisa pesquisar no Google quem é a pessoa. O número de vezes que cheguei no Carlos [Valdes] e disse, “Quem é esse?” são muitas para contar.

DCN: São tantos herois. Você foi uma heroina incrível em Sky High, então obrigado por isso.

DP: Aww. Eu me sinto tão sortuda por ter feito parte disso. Foi um elenco muito especial e um grupo de pessoas muito talentosas

Equipe Flash e o Universo de Arrow.

DCN: Há algum ator que você gostaria de trabalhar junto?

DP: Eu gostaria de passar mais tempo em Supergirl. Eu acho que a série tem tantas mulheres incríveis. Eu trabalhei com Melissa Benoist algumas vezes, mas não em uma quantidade significativa. Eu adoraria ir até lá e interagir um pouco mais com essas mulheres .

DCN: Para finalizar, terminarei com a pergunta que sempre tento trabalhar em minhas entrevistas. E recebo muitas respostas variadas e diferentes. Obviamente, você recebeu milhares de perguntas ao longo dos anos, mas há uma pergunta que você gostaria que alguém lhe perguntasse, mas nunca fizeram? Qual é essa pergunta e qual é a resposta? O que você gostaria que seus fãs e nossos leitores soubessem sobre você? Danielle. A pessoa.

DP: Não sei se tenho uma pergunta que gostaria que tivessem feito, mas acho que é importante continuar a retribuir. É algo que eu tento fazer na minha vida pessoal, e espero poder inspirar aqueles que são fãs da série e meus fãs, a continuarem a retribuir também … em qualquer competência que fale com você. Eu me voluntario muito com organizações sem fins lucrativos, como The Art Of Elysium, e trabalhei para a The Young Storytellers Foundation e a UNICEF por anos. Essas são as organizações que falam comigo. Espero que todos possam encontrar o programa que fale com eles e tentar retribuir da maneira que puderem.

DCN: Isso é incrível. Isso é inspirador, porque você está realmente dando muito além de atuar para apoiar e ajudar outras pessoas que precisam de você. É muito apropriado para a sua personagem de alguma forma. Eu vejo muito de você na Caitlin. Ela é uma grande parte da série. Nós, como fãs, a amamos por muitas razões: Para mim, Barry é os braços e pernas do time Flash, com Iris e Joe. Cisco pode ser o coração e Harry pode ser o cérebro… mas Caitlin é como o sistema nervoso, a coluna vertebral e a caixa torácica que protege e mantém tudo junto e funcionando. Trabalhar como inspiração com o seu trabalho, assim como fora dele, é realmente incrível.

DP: Uau, eu aprecio isso. Obrigada.

DCN: Falar com você foi uma alegria imensa. Muito obrigado.

DP: É o meu prazer. Obrigado por assistir a série e ser um grande fã.

DCN: Espero que eu possa dizer olá pessoalmente nos próximos dias, já que eu estarei no Fan Fest neste fim de semana.

DP: Oh, perfeito! Fantástico…. te vejo em breve.

Fonte: DC Comic News

Tradução por Danielle Panabaker Brasil

—- CONTÉM SPOILERS DO EPISÓDIO 4X23 “WE ARE THE FLASH” E DA 5ª TEMPORADA DE THE FLASH —-
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—- ATENÇÃO! ESTA POSTAGEM CONTÉM SPOILER DO EPISÓDIO 4X18 “LOSE YOURSELF” DE THE FLASH!! —-

No último episódio de The Flash, 4×18 “Lose Yourself”, em batalha com Clifford DeVoe, Caitlin Snow perdeu seus poderes e demos adeus à sua alter ego Killer Frost. A atriz Danielle Panabaker concedeu entrevista ao Entertainment Weekly e comentou sobre o desaparecimento da personagem.

Confira:

Ralph não foi a única vítima do embate da Equipe Flash com o DeVoe na semana passada.

Após absorver os poderes de Ralph, DeVoe usou a habilidade de mudar o DNA das pessoas do metahumano Melting Point para efetivamente roubar as habilidades de Caitlin (Danielle Panabaker) em The Flash – em outras palavras, Killer Frost não existe mais.

“Isso afeta muito ela,” Panabaker conta ao EW. “Emocionalmente, a afeta, mas também logicamente. Há essa cientista e médica dentro dela que precisa de respostas, então veremos ela tentar várias técnicas diferentes para tentar trazer Killer Frost de volta, e isso a leva a se aprofundar mais sobre quem é Killer Frost.”

A perda de Killer Frost não poderia vir em um momento mais difícil para Caitlin, que realmente começou a consolidar seu vínculo através de notas que elas deixavam uma para a outra enquanto a outra estava inconsciente. “Eu sinto que este ano nós soubemos muito pouco de Killer Frost vs. Caitlin e como são essas duas dinâmicas”, diz Panabaker. “Eu sinto que ainda há muito o que aprender sobre Killer Frost e Caitlin, e assim que estávamos começando a ver um pouco sobre isso, Killer Frost é tirada dela.”

Assim, o ato covarde de DeVoe torna Caitlin mais determinada do que nunca na derradeira batalha para derrubá-lo. “Isso dá a Caitlin uma conexão pessoal com o Thinker e por que ela também está comprometida em impedi-lo.”

Mas agora que Caitlin está sem poderes, ela também está em desvantagem e, portanto, é colocada para ajudar a equipe de longe. “Isso a frustra, com certeza”, diz Panabaker sobre Caitlin não estar no campo. “Há um momento em um dos episódios onde o Flash olha para Cisco e Caitlin e diz ‘Ok, vistam seus trajes,’ e então ele olha para Caitlin e diz ‘Oh’. É um momento triste onde a equipe não tem mais Killer Frost para confiar.”

“Afeta a equipe não ter as habilidades de Killer Frost no campo,” continua Panabaker. “Mas nós também vemos um crescimento em Caitlin, e eu acho que ela também quer se destacar e continuar ajudando no que ela puder.” E ela irá. Quando EW esteve no set de gravações no começo do mês, Caitlin definitivamente estava em uma missão como ela mesma.

Quando sua busca para encontrar Killer Frost falha cientificamente, Caitlin vai encontrar ajuda em alguns lugares surpreendentes, particularmente com uma dica de Joe. “Com base na sua própria experiência policial, ele está tentando guiar Caitlin e diz que às vezes você tem que olhar em uma direção diferente, o que leva Caitlin a olhar em uma direção diferente, não só para tentar encontrar respostas para Killer Frost – por que ela foi embora e se ela pode recuperá-la – mas também no contexto mais amplo da Equipe Flash e obter a ajuda que eles precisam.”

Fonte: Entertainment Weekly

Tradução por Danielle Panabaker Brasil