Danielle Panabaker, de The Flash, passou por muitas coisas desde que a série da The CW foi ao ar, há sete temporadas.

Sua bio-engenheira Dra. Caitlin Snow perdeu um marido, descobriu que ela era uma meta-humana que havia sido uma experiência de seu próprio mãe (que aliás, também fingiu sua morte), descobriu que o namorado Jay Garrick (Teddy Sears), na verdade, era o vilão Hunter Zolomon, desenvolveu um alter-ego mortal induzido pela raiva chamado Killer Frost, e então acabou se separando fisicamente de Frost. No episódio 7×07 – “Growing Pains”, Frost se entregou à polícia depois que um gélido vilão chamado Blaine (Jon Cor) a incriminou por um assassinato que forçou Frost a perceber que ela era, de fato, responsável por um monte de outros crimes a sangue-frio.

No entanto, mesmo com toda angústia – e a pressão adicional de interpretar duas personagens que muitas vezes então juntas na tela – Panabaker continua sendo um doce que vê o lado bom de Frost arriscar tudo para enfrentar seu passado, bem como os benefícios de exercer dupla função no drama. Ou tripla função, se você contar o seu retorno à direção nesta temporada. Nós conversamos com a adorável atriz logo após ela ter finalizado o seu último episódio e, assim como Snow e Frost, ela foi legal pra caramba.

Meu Deus, com todas as cenas divididas e coisas extras de Frost, eles estão te mantendo ocupada!
Danielle: [risos] Com certeza. Tem sido bom. Tem sido um desafio, obviamente. E a tecnologia que eles usam, eles tendem a fazer duas coisas diferentes em termos de filmar ambas as personagens. Um é onde a câmera não se move, enquanto corro e me troco, ou filmamos com um guindaste robótico que registra os movimentos enquanto faço as tomadas, geralmente como Caitlin. E então nosso tempo tem que coincidir quase impecavelmente quando eu viro e interpreto a outra personagem, o que pode ser um desafio, porque é minha primeira vez fazendo a cena como Frost. E, ainda assim, tenho que combinar o tempo. Então, certamente tem sido um desafio, mas tem sido divertido. Eu acho que é tão bom que, mesmo na 7ª temporada, estamos fazendo algo novo e diferente.

E como você é como parceira de cena?
Muito boa! Estou muito preparada. Eu sempre sei minhas falas [risos] É difícil, porque uma das minhas coisas preferidas sobre trabalhar ao lado de atores em nossa série é esse tipo de troca, o relacionamento entre eles, ou ver que coisa maluca Tom Cavanagh está prestes a fazer que você não esperava. E isso é o oposto. Eu sei exatamente o que minha parceira de cena vai fazer ou fez.

E quando você começou a fazer isso, Frost era a antítese de Caitlin. Agora você conseguiu colocar todas as boas coisas sobre Caitlin em Frost.
Absolutamente. E tem sido divertido, porque ambas personagens cresceram e evoluíram nas últimas temporadas também. Quer dizer, Frost, em particular, eu sempre a vi como um pouco mais infantil enquanto consegue sentir seus sentimentos pela primeira vez e entrar em contato com eles. Ela pode ser um pouco mais emocional e cometer mais erros. Tem sido divertido explorar tudo isso.

Agora, Frost está dando um grande passo e assumindo seus erros. Conte-me sobre este episódio, “The People V. Killer Frost” – vamos ver seus maiores sucessos?
Não sei se veremos seus maiores sucessos, mas ela terá que assumir a responsabilidade sobre suas ações. Mesmo que ela tenha tentado contrabalancear seu mau comportamento com alguns de seus bons comportamentos, eu acho que é importante que ela seja responsabilizada pelo que fez.

Então ela se entregou, vai a julgamento – e há uma possível sentença que pode ser muito dramática?
Sim. Ela está em julgamento. Cecile (Danielle Nicolet) é sua advogada e a representa, e as pessoas falarão em seu nome, tentando defendê-la e mostrar tudo o que ela fez nos últimos anos para compensar as coisas ruins que fez. Mas eu não sei se isso é o suficiente. Cabe ao juiz decidir. Não sei se a história terá o final feliz que algumas pessoas esperam.

Quando eles começaram a intensificar esta história e apresentaram outra pessoa com os poderes de gelo de Frost, você ficou na defensiva? Tipo, ‘ei, isso é algo meu!”?
[risos] Não. Eu amo essa história com Chillblaine (Jon Cor). Eu acho que é ótimo. A verificação de ego para Frost, de ‘talvez você não seja tudo isso’ é bom e divertido para ela. Mas também, Frost está tendo uma nova experiência, que é a melhor coisa para se brincar.

A sequência de luta com incrível. Esta provavelmente foi a sua maior luta, certo?
Foi realmente incrível. Estou muito orgulhosa disso. E sim, definitivamente, em um tempo. E, muitas vezes em nossa série, temos efeitos visuais tão incríveis, que eles realmente os destacam. E, não costumamos fazer cenas de dublê de ação e foi um prazer ter estes momentos. Pra mim, foi muito divertido fazer isso.

Houve também um momento durante a batalha em que ficamos pensando tipo “ela gosta desse cara”.
Definitivamente, há faíscas voando. Absolutamente.

Bom, ele não está morto.
Ele não está morto. Essa não é a última vez que vemos Chillblaine, se é para este lado que você está indo. [Risos]

E você também vai dirigir outro episódio nesta temporada? Eu amo que o Arrowverse seja tão aberto em permitir que os atores fiquem atrás das câmeras.
Sim. Acabei de terminar na semana passada, o episódio 7×14. Foi ótimo. Quero dizer, é uma grande prova para Greg [Berlanti, produtor-executivo]. Ele foi a primeira pessoa que me perguntou sobre dirigir. É por isso que ele é um grande líder, ele capacita todos ao seu redor para trabalhar o seu melhor e ser o seu melhor. Então, eu acho que é uma prova para ele, que ele apoiou vários de nós dessa forma.

E esse ano, eu tive que fazer um episódio que tem muito de Kayla Compton, uma de nossas novas personagens regulares, o que foi ótimo por diversas razões. Contar essa história com ela foi muito especial e significativo para mim como mulher, como alguém que também é atriz, colaborar com ela e guiá-la naquele episódio foi um verdadeiro deleite.

Você pode me adiantar sobre o que é a história?
Barry [Grant Gustin] e Iris [Candice Patton] estão fora da cidade, então a Equipe Flash não está com força total, e Allegra [Kayla Compton] está em uma missão própria que a levará por um caminho mais sombrio do que eu acho que ela esperava.

O que havia na direção que te atraiu?
Foi assistindo Tom Cavanagh fazer isso. Eu tinha um interesse, mas nunca acreditei que pudesse fazer isso. E então, eu assisti Tom dirigir tão bem, tão graciosamente e comecei a reconsiderar. E, francamente, eu estava incrivelmente determinada. Continuei aparecendo no escritório de produção, fazendo perguntas e aproveitando a oportunidade que tive de estar aqui em Vancouver nesta série. Eu estava aprendendo a absorvendo o máximo que podia e amei.

Eu também acho que é uma boa oportunidade para eu ajudar e encorar todos em nossa série a fazer o seu melhor trabalho. Eu vi o que eles são capazes e ao invés de ter um ego sobre isso e dizer ‘Não, este é o meu jeito. Eu quero fazer do meu jeito’, eu definitivamente tento operar de um ponto de vista onde as melhores ideias ganham.

A maioria das séries tem diretores rotativos que vão e vêm, mas você esteve lá o tempo todo, então deve ser mais fácil dizer a Grant algo tipo “ok, apenas faça da maneira que fizemos em episódio tal…”
Exatamente. Eu acho que, honestamente, deixo a equipe louca porque minha memória é muito boa para essas coisas. Na primeira vez que dirigi, lembro que disse para o Alan, o responsável pelas nossas locações: “Bem, e tal lugar que filmamos na 3ª temporada?”. E ele meio que ficou surpreso, ficou tipo “Tudo bem, você vai me manter alerta.” [risos] Acho que também foi um bom momento, porque todos sabiam que eu estava levando isso a sério e não apenas aparecendo para gritar ação e corta. Eu estava profundamente empenhada em contar as melhores histórias que pudéssemos.

Agora, você pode me adiantar em como esse desenvolvimento de Frost afeta o papel de Caitlin com o grupo?
Sim, então o papel de Caitlin sempre foi o de médica, e acho que ela e Cisco [Carlos Valdes] trabalham muito bem juntos. O que tem sido desafiador sobre a COVID em várias maneiras – e há tantas coisas que tem sido desafiadores sobre gravar durante uma pandemia – é que cada um está meio que em sua própria cabine. E Eric Wallace fez um ótimo trabalho para nos manter seguros. Então, não temos necessariamente grandes cenas da Equipe Flash, da maneira que costumávamos ter, em um esforço para manter menos pessoas perto uma das outras e minimizar o risco. E eu acho que Caitlin vai ter que sofrer certas coisas de sua própria maneira, mas espere pelo episódio 7×12. Eu acho que os fãs de Caitlin-Barry-Cisco vão gostar disso… mas também pode partir um pouco os seus corações.

Fonte: TV Insider
Tradução e adaptação por Danielle Panabaker Brasil

7×05 – “Fear Me”

Quando um novo vilão poderoso, Psych (ator convidado Ennis Esmer), canaliza e amplifica os medos de todos a fim de causar estragos em Central City, Barry percebe, com a ajuda de Cecile, que ele deve enfrentar o seu pior medo para vencer esta nova ameaça. Enquanto isso, Joe fica surpresa quando Kristen Kramer (atriz convidada Carmen Moore), da Comissão de Logística Municipal do Governador aparece na CCPD para uma visita. Iris alerta seu pai para cavar mais fundo sobre o porquê de Kristen estar lá. Caitlin e Frost discutem sobre como viver suas vidas.

David McWhirter dirigiu o episódio com história de Thomas Pound e adaptação de Lauren Barnett e Christina M. Walker.

Data de exibição: 30/03/2021

Com a pandemia de coronavírus, a produção de The Flash acabou antes do planejado. Originalmente com 22 episódios, a 6ª temporada teve o seu final antecipado para o episódio 19, o último episódio completo que o elenco gravou antes da produção ser interrompida, como medida de segurança, para evitar o contágio da doença entre elenco e equipe.

No entanto, Danielle Panabaker, que estava grávida durante a 6ª temporada, originalmente só iria participar até o episódio 19 e já havia terminado de gravar todas as suas cenas da temporada – a história de suas personagens acabou com elas indo embora temporariamente, para tratar um ferimento com sua mãe, Dra. Carla Tannhauser.

Não há muitas informações a respeito do começo da produção da 7ª temporada – até porque, no momento, o futuro é incerto. Entretanto, quando a produção voltar e a equipe puder finalizar os últimos três episódios restantes, que agora serão os três primeiros episódios da 7ª temporada, Danielle já estará disponível para voltar ao trabalho.

Isso significa que Caitlin e Frost ficarão de fora de menos episódios do que originalmente planejado? O TVLine perguntou isso ao showrunner da série, Eric Wallace.

Confira:

Dra. Caitlin Snow – interpretada pela nova mãe Danielle Panabaker – pode não ficar esperando fora das telas pelo tempo planejado originalmente, já que a produção da 7ª temporada de The Flash não começará até… bem, quem sabe quando?

Caitlin e sua personalidade metahumana, Frost, saíram no final da 6ª temporada, em cenas que foram filmadas vários episódios antes do tempo para acomodar a licença maternidade de Panabaker (A atriz anunciou em 2 de abril que ela e seu marido Hayes Robbins, haviam tido seu primeiro filho).

E enquanto o plano original era para Caitlin permanecer fora da tela nos três episódios finais da 6ª temporada (enquanto ela era tratada por sua mãe por um ferimento feito pela nova Dra. Light), o fato é que Panabaker, obviamente, já estará pronta para retornar ao trabalho quando The Flash tiver permissão para retomar a produção, já que a 7ª temporada não deve estrear até janeiro de 2021.

No dia 13 de maio, o TVLine perguntou a Eric Wallace, showrunner de The Flash, se com o novo calendário, Caitlin talvez não fique de fora pelo tempo planejado. Ele disse, “Estamos discutindo sobre isso agora” – embora, como sugerimos, possa ser difícil escrever Caitlin e a superpoderosa Frost de volta, já tendo escrito roteiros com Barry e companhia em sua ausência.

“É complicado”, concordou Wallace. “Mas acho que é há um meio feliz que vamos tentar realizar. Temos que ver.”

Reconsiderar estes três episódios, com o último que teria servido como o final da 6ª temporada, é apenas um dos desafios que a série número 1 da The CW enfrenta, enquanto as produções de TV refletem sobre como, eventualmente, emergir com segurança do desligamento pandêmico.

“Antes de tudo, como filmamos esses episódios? Como que gravamos um final de temporada de The Flash, que é uma grande série com muitas coisas acontecendo, dado o novo mundo em que vivemos?” perguntou Wallace. Em segundo lugar, ele observou: “Cisco foi para Atlantis” (mas teria voltado no final da temporada) “e Caitlin e Frost foram para o local ártico de Tannhauser… Estas histórias terminaram de uma maneira específica, então como podemos mudar isso, ou pelo menos lidar com isso, agora que esses episódios não fazem parte da 6ª temporada?”

“Temos um pouco de espaço para respirar,” acrescentou Eric “e acho que será divertido brincar com isso”.

Fonte: TVLine
Tradução e adaptação por Danielle Panabaker Brasil

A versátil atriz de The Flash recebe seu jogo de espionagem em sua segunda passagem na cadeira do diretor.

Ralph Dibny pode não ter todos os movimentos suaves como outro agente secreto famoso, mas como os fãs de Flash estão prestes a descobrir, ele certamente pode usar um smoking. O episódio de hoje à noite, “License to Elongate”, mostra o Elongated Man se unindo a Barry Allen para caçar Sue Dearbon, a mulher no centro do caso de pessoas desaparecidas que Ralph está trabalhando durante toda a temporada. É também o segundo episódio a ser dirigido por Danielle Panabaker, que estreou na direção contando preenchendo a história de Nora West-Allen e apresentando o vilão Godspeed à popular série da DCTV. Nesse memorável episódio, Panabaker demonstrou uma habilidade real em dirigir cenas repletas de brincadeiras inesquecíveis e muitas vezes hilárias entre os personagens – algo que estará em exibição total no episódio de hoje à noite.

Depois de conversar com Panabaker para o seu primeiro episódio como diretora, achamos que seria divertido falar com ela novamente, agora que ela terminou o segundo. O resultado foi uma conversa animada com uma atriz talentosa que, claramente, também se apaixonou por dirigir. Mas, novamente, quem melhor para alternar duas personas separadas do que a mulher que interpreta ambas Caitlin Snow e Killer Frost na tela?

Até agora, você tem interpretado mais Killer Frost durante a maior parte desta temporada. Como você se sente ao deixar seu lado mais gélido em primeiro plano?
Tem sido muito divertido interpretar Killer Frost nesta temporada. Eu acho que foi uma ótima oportunidade. Nós vimos muito de Caitlin durante os anos e é ótimo para Killer Frost poder ter o controle e fazer escolhas. Particularmente como atriz, é divertido porque ela comete erros e é imperfeita. É bom explorar isso.

Tem sido uma temporada desafiadora para Caitlin e Killer Frost, pois o vilão desta temporada, Dr. Rosso, era colega de Caitlin. Como você acha que é ver um amigo seu se tornar um vilão?
Eu acho realmente difícil. Killer Frost tem seus instintos sobre Ramsey, que são muito diferentes dos instintos de Caitlin. Obviamente, Caitlin tem uma história com Ramsey. Ela quer acreditar que ainda há coisas boas dentro dele e que ela pode afetar as mudanças em uma direção positiva. Mas, Killer Frost é um pouco mais cética e instintivamente não confia em Ramsey. Então, é interessante ver essas duas pessoas terem opiniões tão diferentes sobre Ramsey Rosso. Eu acho que provavelmente é difícil para Caitlin não conseguir mudá-lo.

O que cria-se quando Killer Frost e Caitlin têm esse tipo de desacordo fundamental?
Não vemos muita coisa na série, mas acho que provavelmente há conversas entre as duas fora da tela.

Também é difícil porque você está lidando com a morte iminente de Barry. Você acha que Killer Frost e Caitlin aceitaram isso ou ainda estão tentando descobrir uma maneira de evitá-la?
Acho que eles ainda estão tentando descobrir uma maneira de evitá-la. Eu não acho que a equipe Flash seja particularmente boa em aceitar qualquer destino, francamente, pois você os vê também continuarem lutando com a crise. A próxima morte de Barry é a mesma. Eu não acho que eles estão apenas relaxando e aceitando, eles estão lutando o máximo que podem.

O episódio desta semana, “License to Elongate”, é o seu segundo episódio como diretora. Você pode nos dizer do que se trata?
“License to Elongate” é um sopro de ar fresco antes de entrarmos em dois episódios realmente sombrios. Barry tem preparado os diferentes membros da equipe Flash para a vida pós-crise. Recentemente, vimos ele pegar Cisco e realmente prepará-lo para ser o líder da equipe, e ele está tentando ensinar Killer Frost a canalizar sua raiva. Este episódio é realmente sobre o relacionamento de Barry e Ralph – eles partem em uma aventura para encontrar Sue Dearbon. É um episódio de James Bond para os dois. Eles vestem seus trajes e vão a uma festa de gala. Eles se divertem muito e também aprendem e crescem ao longo do caminho.

Você mencionou que [o episódio] é influenciado por James Bond. Você é fã de Bond?
Eu já vi alguns filmes antes disso e, nos últimos meses, assisti muito mais. Isso foi muito divertido. Quando você volta e assiste aos filmes de James Bond desde o início, eles mudaram muito dos filmes de Sean Connery e Roger Moore para os de Daniel Craig. É divertido ver o quanto evoluiu ao longo dos efeitos especiais atualizados.

Você tem um Bond favorito?
Eu tenho que ser honesta, sinto que Daniel Craig é um ótimo Bond. Eu acho que os últimos dois filmes foram realmente espetaculares.

Dirigir seu segundo episódio de The Flash foi mais fácil do que dirigir seu primeiro? Houve problemas inesperados que surgiram desta vez?
Eu não diria que dirigir meu segundo episódio foi necessariamente mais fácil. Cada episódio apresenta seus próprios desafios. O que é divertido para mim é que ainda estou aprendendo e é ótimo conseguir esticar músculos diferentes. “Godspeed” teve muito mais efeitos visuais do que “License to Elongate”. Não foi necessariamente mais fácil. Eu certamente tinha mais confiança, porque tinha o primeiro em meu currículo e senti que sabia um pouco o que estava fazendo – como me comunicar e como conseguir o que precisava.

Eu amo isso. Há tantas pessoas talentosas que trabalham na nossa série. Poder colaborar com eles e elevá-los a fazer os seus melhores trabalhadres é muito divertido para mim.

Você acha que o superpoder de Ralph seria mais benéfico para um ator ou diretor?
A capacidade de alongar?

Sim, mas ele também pode mudar sua aparência, certo?
Sim! É difícil dizer. Eu vejo que como ator seria útil poder se transformar, mas também como diretor, muito do que você faz é sobre sua capacidade de se comunicar com as pessoas de uma maneira que elas possam ouvir. São muitas habilidades das pessoas, e há um certo elemento de alongamento que também entra nisso. É menos físico, mas tem um elemento de adaptar seu processo de trabalho a quem você está trabalhando.

Então, você acha que isso beneficiaria igualmente os dois?
Absolutamente.

É sempre divertido vê-la dirigir The Flash, mas você tem interesse em dirigir outras coisas daqui para frente? Talvez um filme ou um programa de TV diferente?
Adoro dirigir e mal posso esperar para dirigir outra coisa. Pode ser um pouco desafiador, porque nosso hiato é muito curto, mas estou realmente ansiosa para dirigir outra coisa. O que eu amo, em termos de programas de televisão, são geralmente programas um pouco mais baseados em relacionamentos. Eu amei YOU, por isso, se eu pudesse dirigir um episódio disso, seria ótimo. Mas também sinto que tive sorte em trabalhar em uma série com tantos efeitos especiais. Esse é um conjunto de habilidades específico, então eu gostaria de continuar usando isso, mas em uma capacidade diferente.

Sem spoilers, quão divertido foi filmar “Crisis on Infinite Earths”?
Eu realmente não sei como eles conseguem fazer esses crossovers. É uma façanha incrível. Fazemos isso para os fãs, porque eles amam muito. Estou animado para os fãs verem todos. Obviamente, é o maior que já fizemos – cinco séries. Estamos até trazendo Cress de Black Lightning, então é bem épico. Estou animado para os fãs verem e espero que eles gostem.

Fonte: DC Comics
Tradução e adaptação por: Danielle Panabaker Brasil