Fan Fest San Jose 2018
Fan Fest San Jose 2018
DPBR postou isso no dia 03.12.2018!

No último final de semana, Danielle Panabaker esteve em San Jose onde participou da convenção Fan Fest. Como de praxe, a atriz conheceu fãs e também participou de um painel de perguntas e respostas junto com seus colegas de elenco de The Flash Hartley Sawyer, Candice Patton e uma pequena participação de Robbie Amell.

Algumas fotos com os fãs:

Confira os detaques do painel:

Danielle insinuou que coisas incríveis acontecerão no último episódio do crossover Elseworlds, que acaba em Supergirl.
– Um fã perguntou sobre a questão de ter banheiros ou não no Star Labs e nas prisões de metahumanos, Danielle respondeu que “Tentaram responder essa questão no último episódio da 1ª temporada. Então eu acredito que há banheiros que saem da parede. Ah, talvez você verá isso nos crossovers…”
Danielle também disse que pôde trabalhar com Ruby Rose (intérprete de Batwoman), e está preparada para os fãs a verem em ação, e o quão legal (mas restritivo) é o seu traje. “Eu pude trabalhar com Ruby no crossover, e vocês irão amar. Aquela mulher é incrível.”
– Ao ser lembrada sobre sua personagem no filme original da Disney Channel “Presas no Subúrbio”, Danielle disse que é grata de ter a carreira que tem. “É ótimo. O tempo todo eu digo que se você tem sorte o suficiente de se sustentar, você é abençoado e sortudo. Sou grata por ter uma carreira que eu amo e a qual me sinto apaixonada.”
Danielle irá dirigir o episódio 18 de The Flash nesta temporada, e isto faz dela a primeira atriz do Arrowverse a dirigir um episódio. Ela diz estar honrada, animada e grata pela oportunidade.
– Quando Robbie Amell se juntou ao painel, ele e Danielle brincaram sobre como ela deseja que o personagem dele voltasse a vida em The Flash.

O site Entertainment Tonight divulgou uma longa entrevista com Danielle Panabaker, onde a atriz comentou sobre diversos assuntos relacionados a série The Flash. Danielle falou sobre o episódio 5×06, que trouxe a volta de Thomas Snow, pai de Caitlin; além de também comentar sobre os 100 episódios da série, o crossover “Elseworlds”, e a preparação para a sua estreia como diretora no episódio 5×18. Confira:

O episódio entitulado “The Icicle Cometh”, trouxe o retorno do pai de Caitlin, Thomas Snow, que fingiu sua morte por anos para viver em exílio e quarentena – e trouxe mais segredos sobre a história de Caitlin e a verdade sobre Killer Frost.

“Estou muito animada,” disse Danielle Panabaker ao Entertainment Tonight sobre a introdução da estrela de Veronica Mars, o ator Kyle Secor como seu pai. “Eu acho que ele fez um trabalho fantástico, então estou animada para as pessoas verem a jornada de Caitlin, já que ela começa a fazer mais perguntas e ter mais respostas.”

Panabaker não pôde dizer muito sobre o misterioso retorno de seu pai, mas disse que a reaparição de Thomas certamente implicará no futuro de Caitlin – assim como o longo mau relacionamento com sua mãe. “Quando seu pai faleceu – ou quando todos pensamos que ele havia morrido – foi muito difícil para Caitlin, mas também difícil em termos de seu relacionamento com a mãe. Então acho que teremos mais algumas informações e entenderemos o porquê deste relacionamento ter sido tão tenso também.”

“Ele fez um lindo trabalho,” ela acrescenta sobre a performance de Secor,” e espero que não seja a última vez que vemos ele.”

[…]

Os próximos episódios da série trazem uma jornada animada para The Flash, que celebra seu 100º episódio nesta temporada, e será seguido pelo épico crossover ‘Elseworlds’ entre com Arrow e Supergirl. “Eu acho que os fãs vão amar [o 100º episódio]. Acho que Tom Cavanagh fez um trabalho inacreditável dirigindo este episódio.”

E a atriz de 31 anos que estreou na TV aos 15 aprecia o quão trabalhoso é fazer uma série chegar à marca de 100 episódios. “Eu venho fazendo isso há um tempo, e nos dias de hoje as chances de uma série chegar aos 100 episódios é muito pequena. Eu me sinto realmente muito agradecida. Grata por fazer parte desta jornada e ter a oportunidade de fazer 100 episódios de The Flash.”

E quanto o crossover – cujo a divulgação trouxe uma troca de papéis entre os protagonistas de Arrow e The FlashPanabaker diz que os fãs deste empolgante universo da DC Comics com a The CW terão muitas surpresas.

“É ótimo – eu sinto que eles fizeram um trabalho fantástico escrevendo o crossover este ano. Ao invés de fazerem sobre ‘Quantos super-herois conseguimos colocar em uma sala?’ eles contaram uma boa história este ano. Obviamente nós iremos apresentar alguns novos personagens e acredito que os fãs vão amar.”

Assim como seus colegas, Panabaker jura segredo sobre os detalhes do crossover, mas ela pode revelar que teve cenas com a mais nova adição do universo DC/CW – Ruby Rose como Batwoman – e ficou animada em recebê-la.

“É fantástico [ter ela aqui]. Eu acho que é uma excelente adição ao universo. É claro que temos Supergirl e é um grande passo para contar histórias sobre mulheres. Acredito que a Batwoman é outro passo nesta direção, mas também será diferente e único. Ela terá sua própria jornada e seu próprio mundo. Estou muito animada com isso.”

A atriz também tomará outro grande passo em sua carreira nesta temporada de The Flash – indo para trás das câmeras para dirigir seu primeiro episódio na TV. Panabaker diz que ainda não começou a trabalhar em sua estreia como diretora – que será no episódio 18, exibido em fevereiro – e não possui muitos detalhes, mas ela passou o verão participando em um programa de direção da Warner Bros. e ficou à sombra de vários outros diretores das séries da CW.

“Estou mais nervosa sobre o roteiro que irei ter, porque acredito que particularmente na televisão, o roteiro realmente dita muito sobre o que o seu episódio será. Então, estou nervosa para saber o que será, qual será a história, quem será o vilão, com quais superpoderes iremos lidar. Mas, honestamente, estou muito animada. Estou tentando aprender o máximo que posso enquanto isso, e apenas estar o mais preparada possível quando a minha oportunidade chegar.”

Enquanto ela não tem uma “lista de desejos” de cenas que está louca para dirigir – “É um desafio novo e excitante para mim, então estou animada para fazer uma cena de cada vez e ver como tudo será.” – ela espera tentar fazer uma das cenas de velocistas que é assinatura de The Flash. “Estou animada para ter a minha chance de fazer uma sequência de ação com efeitos especiais,” insinua Panabaker.

Fonte: Entertainment Tonight

Tradução e adaptação por Danielle Panabaker Brasil – Não reproduza sem créditos.

No último domingo (14/10), a emissora americana CW realizou um evento para o lançamento de sua temporada de outono. O evento, em parceria com o movimento #SeeHer, destacou mulheres que trabalham dentro e fora das câmeras. O site Collider esteve no tapete vermelho e conversou com Danielle Panabaker sobre a 5ª temporada de The Flash, a dualidade de Caitlin Snow e Killer Frost, o crossover deste ano, e a sua estreia como diretora.

Com o que você está mais animada de já ter feito nesta temporada?

Eu sinto que eles estão fazendo um ótimo trabalho tentando mostrar um pouco mais de Caitlin e Killer Frost e se aprofundar em sua história.

Quão divertido é interpretar a dualidade de Caitlin Snow e Killer Frost na mesma personagem?

É a melhor coisa. Eu me sinto tão sortuda! Sempre digo que é ótimo estar em uma série de super-heroi porque você realmente pode aprofundar as coisas e se divertir com isso. Você pode se divertir muito. É realmente divertido brincar com a dualidade. Quando você entra para uma série de TV, você interpreta o mesmo personagem por 100 episódios, mas eu não. Tenho muita sorte de poder interpretar tantas versões diferentes.

Com o que você está mais animada em relação ao crossover?

E eu estava dizendo para Beth Scwartz que estou muito animada com esse crossover porque se parece um pouco mais com o primeiro que nós fizemos. Voltará a ser um elenco bem menor de personagens no crossover dessa vez, indo de série para série. Não há muitos de nós. É legal. Na verdade, parece um pouco nostálgico. E as séries têm novos personagens, então eu posso viajar e estar em outras séries.

Como você se sente ao ser a primeira atriz do Arrowverse a dirigir um episódio da própria série?

Eu fiquei impressionada quando me disseram isso na Comic Con. Eu não fazia ideia.

É algo que você esteve pensando em fazer por um tempo?

Sim, é algo que tenho pensado e pedido durante um tempo. Estou tão orgulhosa. O que tem sido muito legal é o número de mulheres que, depois disso, se aproximaram e disseram “Como você fez isso?”. Tem sido muito legal compartilhar essa informação. Frequentemente nós somos ensinados a guardar essas informações para nós mesmos porque o sucesso de outra pessoa pode diminuir o nosso próprio sucesso, e isso não é verdade de jeito nenhum. Tem sido muito bom ajudar e apoiar outras mulheres a, espero que, dirigir também.

O que fez da 5ª temporada a temporada certa para tentar dirigir?

Nós fizemos 100 episódios da série, e eu sempre prestei atenção aos efeitos especiais e coisas do tipo. Quando nós temos novos diretores chegando, eu tenho empatia por eles porque aprender sobre os efeitos especiais é uma linguagem completamente diferente. Como alguém que esteve ali por tanto tempo e entende, eu acho que tenho uma vantagem sobre alguém que nunca tenha feito isso. Após esse tempo, eu realmente me senti confortável em tomar esse próximo passo.

Quais são os aspectos mais assustadores sobre isso? É estranho de repente ser um pouco de “chefe” dos seus colegas de trabalho?

Eu não vejo a direção como ser o chefe deles. Espero que eles saibam que eu estou com eles de uma forma realmente especial e única. Se um novo diretor aparece, ele pode não ter visto todos os nossos 100 episódios, mas eu vi. Eu vivi eles, eu conheço as histórias e sei os processos e problemas. Tendo estado lá com o resto do elenco e todas essas histórias por tanto tempo, eu sei o que é importante para eles e eu quero apoiá-los, em qualquer coisa que for.

Como mulher em uma indústria ainda predominada por homens, quando você começou a sentir que tinha uma voz e que sua voz estava sendo ouvida?

Eu sempre valorizei ser profissional, respeitar o processo das outras pessoas e ter o meu próprio processo. Se você ver pelo ponto de vista de “Você está tentando fazer o seu melhor e eu também. Vamos ver como podemos trabalhar juntos e colaborar.” Essa sempre foi a minha perspectiva. Eu tenho um amigo que me viu no set e disse “Você tem uma opinião? Que surpresa!”, eu sempre tenho uma opinião, mas acho importante expressá-la de uma forma muito empática e respeitosa.

Além disso, o site também conversou como ator Hartley Sawyer (Ralph Dibny, em The Flash) sobre a estreia de Danielle como diretora.

Hartley, como é ter uma de suas colegas de trabalho, Danielle Panabaker, dando esse passo ao dirigir um episódio nessa temporada? Isso te inspira a querer tentar também?

HS: Me inspirou a querer tentar, e também me intimidou, percebendo o quão monumental é essa tarefa. Ela fará isso e fará muito bem. Não tenho dúvidas disso. Eu conheço Danielle antes de entrar para a série, a conheço há vários anos. Fiquei muito animado quando isso foi anunciado e ouvi oficialmente. Estou muito orgulhosa dela. Não consigo pensar em alguém que mereça mais. Ela é muita das pessoas mais trabalhadoras que eu conheci nesse meio, sem dúvida.

Fonte: Collider
Tradução e adaptação por Danielle Panabaker Brasil

Danielle Panabaker para a NKD Magazine
Danielle Panabaker para a NKD Magazine
DPBR postou isso no dia 02.10.2018!

Danielle Panabaker é a capa da edição de outubro da revista NKD Mag. Além da sessão de fotos, a atriz concedeu entrevista e falou sobre o começo da carreira junto com sua irmã, Kay Panabaker, a sua estreia como diretora em um episódio de The Flash, assim como a 5ª temporada da série, o que espera de trabalhos futuros, empoderamento feminino, o impacto e legado de suas atuais personagens e mais. Confira a entrevista na íntegra:

DANIELLE PANABAKER por Catherine Powell
Danielle Panabaker é tão fácil quanto consegue – até o seu pedido de café é simples (se você está se perguntando, é um latte gelado de amêndoas.) Ela chega para a nossa manhã de ensaio fotográfica pronta para começar, e imediatamente após acabar, ela embarca em um avião de volta para Vancouver, onde passa quase 10 meses do ano gravando The Flash. O estresse de um longo dia pode pegar algumas pessoas, mas Danielle está acostumada a isso – ela tem vivido essa vida agitada desde que tinha 15 anos. Agora com 31, ela é uma profissional experiente – mas ainda não está completamente convencida de que poderá fazer isso para sempre.

Danielle cresceu mudando de cidade a cada dois anos por conta do trabalha de seu pai com vendas, e enquanto estudava em casa nos subúrbios de Atlanta, sua mãe inscreveu Danielle e sua irmã mais nova (a atriz Kay Panabaker) em um programa de teatro comunitário para que elas pudessem ficar perto de crianças de sua idade. As duas trabalharam um pouco em Atlanta antes do clã Panabaker se mudar do norte para Chicago, onde as duas irmãs continuaram trabalhando. Eventualmente, foi sugerido que as garotas tentassem a temporada de pilotos em Los Angeles, então eles se mudaram novamente quando Danielle tinha 15 anos de idade. 15 anos depois, ainda é onde Danielle chama de casa.

Ambas Danielle e Kay tiveram sorte e começaram a trabalhar logo, o que foi difícil para a família no começo, mas eles fizeram funcionar. Sua mãe viajava com quem estivesse filmando fora da cidade, e o seu pai ficava em casa, em Los Angeles, com a outra. Mas assim que fez 18 anos, ela não precisava de acompanhante.

Danielle achou confortante ter por perto alguém que entendia o que ela estava passando, mas admite que as duas tiveram experiências muito diferentes. “Ela [Kay] é muito mais extrovertida do que eu, e muitas coisas vieram mais fácil para ela do que pra mim,” Danielle admite. “Foi bom ter ela [por perto], mas a experiência de cada uma é diferente.”

Apesar dos sonhos e objetivos de Danielle, ela sempre olhou para a atuação de um ponto de vista muito realista – onde cada trabalho poderia ser o seu último. Mesmo aos 15 anos, ela entendia que muito de sua carreira estava fora de seu controle. “O fato de que eu posso viver fazendo o que eu amo? Eu tenho sorte,” ela diz, “mas quando nós viemos para Los Angeles, foi com o entendimento que essa coisa de atuar não iria dar certo e eu voltaria para Chicago em um ano.” Entretanto, as coisas mudaram constantemente para ela na adolescência, então a família ficou na California. Mas mesmo com o sucesso inicial, Danielle e seus pais ainda valorizavam a educação, e ela foi para a UCLA (Universidade da California em Los Angeles) e aos 19 anos se formou em Inglês. “Naquela época eu estava trabalhando integralmente em Shark, então eu ia para o trabalho às segundas, quartas e sextas-feiras, e ia para a faculdade às terças e quintas,” Danielle relembra, “É o meu plano B. Eu gostaria de pensar que não preciso de um plano B, mas a realidade é que essa indústria está mudando muito rápido.”

Danielle trabalhou em Shark por quase três anos e após isso, fez uma decisão consciente de não trabalhar na televisão por um tempo. Mas depois de alguns anos fazendo filmes de baixo orçamento, Danielle começou a procurar ativamente por um novo papel na televisão. E aí entra The Flash.

Imediatamente interessada na série por conta do envolvimento do produtor Greg Berlanti, Danielle conquistou o papel de Caitlin Snow e está na série desde o primeiro episódio. Agora, após três meses gravando a 5ª temporada, a série se aproxima de seu 100º episódio. “Não há muitas séries por aí que fazem isso,” ela diz, “algumas vezes parece que já se passaram 40 anos e as vezes parece que foram 4 minutos.”

The Flash foi a segunda série do universo da The CW denominado de “Arrowverse” (seguido de Arrow, obviamente), e com isso veio uma esperada quantidade de sucesso. Arrow tinha reunido um número de fãs, e havia pelo menos uma forte esperança de que aqueles espectadores também acompanhassem outra série de super-herois dentro do mesmo universo. As expectativas eram tão altas que alguns dos colegas de elenco de Danielle e vários membros da equipe começaram a procurar moradia em Vancouver enquanto gravavam o piloto – antes da série ter o seu sinal verde oficial. Mas, realista como sempre, Danielle esperou até que as coisas fossem oficiais antes de se mudar para o Canadá. “Isso é contar com as galinhas antes que o ovo choque,” ela diz, “Eu estive fazendo isso por tanto tempo, que pensava ‘Eu vou atravessar essa ponte, quando for a hora'”

Além do nome de Greg [Berlanti] estar relacionado a série, Danielle imediatamente foi atraída para Caitlin por conta de suas várias camadas. “Ela tem um ótimo trabalho que ela é incrivelmente boa, e é muito inteligente, e ser inteligente é celebrado,” diz Danielle, “eu sempre fui boa em matemática, e era constantemente provocada por conta disso, então eu gosto que a inteligência e sua paixão pelo trabalho estejam em foco, ao invés de apenas com quem ela está namorando.”

Os fãs dos quadrinhos imediatamente reconheceram o nome de Caitlin como o alter ego de Killer Frost, e estavam esperando pelo dia em que ela se tornaria gélida na tela. Este momento chegou na 3ª temporada, seguindo o “Flashpoint” – uma ocorrência de alteração da linha do tempo que foi o resultado de Barry Allen (Grant Gustin) voltando no tempo para salvar a sua família, e então desfazendo a coisa toda. (Não mexam com viagem no tempo, crianças.) Mas como aprendemos no final da 4ª temporada, os poderes de Caitlin não foram resultados da impulsividade de Barry ou do acelerador de partículas, e sim de alguma coisa que esteve em seu DNA desde a infância.

Danielle estava ansiosa para abordar mais da história de Killer Frost na 4ª temporada, mas é completamente sincera ao admitir que sentiu que isso se perdeu no embaralhado de todos os outros pontos da trama. Mas a 5º temporada explorará as histórias de ambas Killer Frost e Caitlin com mais profundidade do que nunca. “Eles me prometeram que neste ano fariam um trabalho melhor de explicar de onde ela surgiu e quem ela é, e estou animada para aprender mais sobre isso,” Danielle diz sobre Killer Frost, “na metade da 4ª temporada, eu senti que ela estava apenas aparecendo.”

Parte desse entendimento virá da introdução do pai de Caitlin, interpretado por Kyle Secor, “Eu conheci Kyle e ele é um sonho,” Danielle diz. Pelos últimos três anos, Caitlin tem operado sob a suposição de que seu pai está morto, então essa introdução com certeza causará uma agitação. Enquanto ela investiga a história de sua família para aprender mais sobre seus poderes, isso a leva a ter mais perguntas sobre sua família. Com o relacionamento com sua mãe já manchado, isso deve ser revelador.

A nova informação de Caitlin balança a sua dinâmica com a equipe Flash – mas em uma maneira boa. Como a única personagem principal que não teve a família realmente explorada, as novas revelações irão trazer o apoio de seus colegas. Danielle adianta que “boas cenas com Carlos [Valdes]” estão vindo, e até mesmo uma amizade com o novo membro da equipe Flash, Ralph (Hartley Sawyer).

Enquanto Danielle se acostumou a interpretar Caitlin, nesta temporada ela terá um novo papel: diretora. Danielle fará a sua estreia como diretora no episódio 18 desta temporada e enquanto a gravação desse episódio está a meses de distância, ela já está se preparando. “Eu estive extremamente focada nisso. Estou extremamente ansiosa,” ela diz, “eu quero aprender o máximo que eu posso.” Para se preparar, Danielle passa o maior tempo que pode na sala de pós-produção, e fez um wokshop de direção no último verão. No tempo livre durante as gravações, ela está fazendo uma ‘masterclass’ em direção com Ron Howard, e recentemente sentou com Tara Nicole Weyr, que dirigiu The Flash na temporada passada, que deu um grande conselho de como conduzir a série. “Ela foi tão generosa comigo e me deu ótimos conselhos,” diz Danielle.

Danielle sempre foi fascinada pelo processo de criação de filmes e televisão porque são “mais de 150 artistas se reunindo, fazendo o que eles fazem de melhor, para criar algo.” Ela sempre pensou que gostaria de produzir em algum momento da carreira, mas acabou tendo a oportunidade de dirigir primeiro. “Eu estava realmente inspirada por Tom Cavanagh [que interpreta Harrison Wells em The Flash], que dirigiu na 3ª temporada,” diz Danielle, “eu fiquei um pouco apavorada quando me ofereceram o trabalho, mas eu acho que me inclinar, dizer ‘sim’ e aproveitar a oportunidade.” Os colegas de trabalho de Danielle já apoiam o seu esforço. Particularmente Danielle Nicolet (que interpreta Cecile), e se juntou a série em 2015, e Tom. “Eu não acho que estaria fazendo isso sem o apoio e orientação de Tom,” ela diz. “E eu acredito que Grant e Carlos irão me apoiar de alguma forma especial.”

Apoio é algo que atravessa o universo inteiro da DCTV – especialmente entre as mulheres, que criaram um tipo de refúgio com o nome de SheThority – que oferece uma plataforma para mulheres darem conselhos para as outras e compartilharem suas histórias. “Eu tenho que dar muito crédito para Caity Lotz, porque foi ela quem apresentou a ideia para nós no último outono, durante os crossovers, e não acho que estaríamos nisso se não fosse por ela,” diz Danielle. “Na era do ‘Times Up’, vendo a discrepância de salários entre homens e mulheres nessas séries… Ter essas mulheres com que eu posso contar – Caity Lotz e Katie Cassidy em particular – é empoderador.” As mulheres eliminaram a ideia de que “há apenas lugar para uma” e estabeleceram uma comunidade onde sabem que outras mulheres irão a batalha por elas. “Houve pessoas na minha vida que ficaram um pouco irritadas por termos nos unido, mas na minha opinião, conhecimento é poder, e sou grata a essas mulheres,” ela diz.

SheThority tem dado às mulheres uma conexão mais profunda com as fãs da série e no topo da interação online, Danielle faz um ponto em comparecer a convenções e conhecer fãs de todo lugar do mundo sempre que sua agenda permite. “Sempre fico deslumbrada quando jovens garotas me dizem ‘Eu quero ser médica’ ou ‘Eu quero ser uma cientista como Caitlin’, isso é incrível,” diz Danielle. “Essas são as interações que são mais significativas para mim – saber que há jovens mulheres assistindo a série e são impactadas por isso de uma forma positiva.”

Com The Flash ainda forte e sem sinais de acabar tão cedo, Danielle não tem certeza do que acontecerá após o eventual fim da série. “Não sei o que vem a seguir. As coisas estão mudando – há muitas plataformas para conteúdo agora,” ela diz, “eu acho que o sonho seria estar em algo como The Handmaid’s Tale ou The Marvelous Mrs. Maisel.” Ela espera que a direção abrirá mais as portas para os bastidores, seja produzindo ou dirigindo outras séries de televisão. “Eu me sinto muito confortável dirigindo The Flash primeiro,” ela diz, “Quando os novos diretores chegam, eu sinto muita empatia por eles.”

Para o futuro imediato, Danielle irá estrelar no filme de natal do canal Hallmark, Christmas Joy, que estreia dia 3 de novembro – uma oportunidade que a animou imediatamente por conta do quão “generoso Hallmark Channel é com as mulheres.” O roteiro foi escrito por uma mulher, assim como foi dirigido por uma mulher – e obviamente estrela uma mulher. Em adição, há uma abundância de mulheres na equipe. “Foi bom fazer algo um pouco diferente,” diz Danielle.

Antes de The Flash, Caitlin Snow e Killer Frost já existiam, e assim que a série inevitavelmente acabar, elas continuarão a existir – seja nos quadrinhos ou em novas adaptações para as telas. No que diz respeito a legado, Danielle não pensa muito nisso – mas ela é incrivelmente grata por fazer parte dessa jornada. “É muito louco que eles fizeram um Funko Pop de mim,” ela diz, “É muito legal.”

Fonte: NKD Mag

Tradução e adaptação por Danielle Panabaker Brasil