No último final de semana, Danielle Panabaker esteve em Chicago, onde participou da convenção Fan Fest. Junto com a atriz, também estiveram presentes os seus colegas de elenco de The Flash, Tom Cavanagh, Hartley Sawyer e Danielle Nicolet.

Na sexta-feira, além de conhecer fãs, o elenco participou de um painel de perguntas e respostas. Não houve muitas informações sobre este momento, mas separamos o que foi divulgado:

Danielle foi uma de nossas diretoras mais preparadas.” – Tom Cavanagh

Mais uma vez, Danielle respondeu que demora cerca de 90 minutos para se caracterizar como Killer Frost.

O elenco disse que não sabe como o final de Arrow irá afetá-los.

Danielle disse que ainda há muito o que acontecer na 5ª temporada.

No sábado e no domingo, Danielle passou o dia conhecendo fãs, tirando fotos e concedendo autógrafos.

Dando continuidade a série de entrevistas sobre a estreia de Danielle Panabaker como diretora no episódio de 5×18 “Godspeed”, de The Flash, a atriz conversou com o site Entertainment Weekly e comentou sobre a história do episódio, os desafios e conselhos que recebeu e ainda revelou qual série do Arrowverso gostaria de dirigir.

Confira a tradução na íntegra:

The Flash está indo direto para o futuro na estreia de Danielle Panabaker como diretora!

Retornando com a sequência da equipe Flash descobrindo o segredo de Nora, o episódio desta terça-feira, “Godspeed”, mergulha na história de origem de Nora e, revela como ela acabou indo trabalhar com Eobard Thawne/Flash Reverso (Tom Cavanagh) e como é uma Central City pós-Crise. Enquanto isso, no presente, Barry (Grant Gustin) e Iris (Candice Patton) ainda estão se recuperando da descoberta chocante, o que cria uma tensão entre os dois.

À frente do episódio, o Enterntainment Weekly conversou com Panabaker por telefone sobre os desafios de dirigir “Godspeed,” a introdução do velocista malvado titular e mais.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Este é o primeiro episódio após a equipe Flash descobrir que Nora esteve trabalhando com o Flash Reverso. Como foi dirigir um episódio tão importante?
DANIELLE PANABAKER: Foi uma honra. Me sinto muito grata. Foi um roteiro incrível. Tive muita sorte de receber uma história importante para a equipe Flash, para Barry e Iris, e para Nora. Então eu realmente quis fazer justiça à isso, e estou animada. Sinto que também foi um grande episódio. Você sabe, voltar e contar a origem de Nora é importante, e estou animada para os fãs poderem ver isso.

Como você encarou dirigir os flashbacks/viagens para o futuro da história de origem de Nora?
Para mim, o desafio foi pegar a semana que tivemos para preparação e fazer o possível para criar esse mundo de 2049 e fazê-lo parecer o mais moderno e futurístico possível com o orçamento que tivemos. Tenho que dizer, nosso designer de produção e o departamento de locação fizeram um trabalho incrível em encontrar lugares que podíamos gravar e que, eu espero, pareçam um pouco de outro mundo. Há esses pequenos carros que conseguimos que eu fiquei obcecada. Em termos de trabalhar com Jess, foi um presente porque ela é incrivelmente talentosa. Essa parte foi fácil.

A representação do ano 2040 em Arrow foi bem tenebrosa, e até agora só vimos o interior de Iron Heights sempre que Nora viaja para o futuro. Como é Central City em 2049?
2049 é um mundo pós-crise. E parece realmente moderno e elegante. Um dos escritores sugeriu que parece muito Marie Kondo; todo mundo se livrou de tudo que não trazia alegria. Então, um pouco minimalista, mas limpo, claro e brilhante.

Como Barry e Iris estão lidando com essa grande surpresa?
É um conflito, com certeza. Para Barry, descobrir que sua filha esteve trabalhando com o homem que matou sua mãe na frente dele quando era criança, é uma grande traição. Eu não tenho certeza se é algo que Iris compreende completamente, e eles irão ser desafiados um pouco como casal e como pai e mãe sobre como agir e como superar isso.

Barry também encara Thawne pessoalmente neste episódio. Como foi dirigir este momento?
Me senti incrivelmente sortuda. Sonhei com essa cena desde a primeira vez que li o roteiro. Porque Eobard Thawne é um vilão tão forte, ele realmente desafia Barry. Eobard, em particular, é muito esperto e manipulador, e ele é o arqui-inimigo de Barry. Fazer essa cena com esses dois atores inacreditavelmente talentosos foi um presente.

Você leu alguma história em quadrinho para se preparar e inspirar o episódio?
Absolutamente, sim! O episódio chama “Godspeed,” então eu fui atrás da DC e obtive a maior quantidade de HQs sobre Godspeed que eu pude. Eu quis aprender sobre ele e tentar prestar homenagem ao estilo de HQ de ter um velocista vilão na série.

O que podemos esperar de Godspeed neste episódio?
Eu acho que é muito legal. É a primeira vez que vemos um velocista vilão em um tempo, e eu acho que ele é o inimigo perfeito para ser o primeiro vilão de Nora.

Como você lidou ao dirigir você mesma neste episódio?
Isso, na verdade, foi um desafio, com certeza. Eu tive apenas um dia de trabalho como atriz no episódio, mas foi um desafio por vários motivos diferentes. O primeiro é que era o meu primeiro dia dirigindo. Um dos conselhos que vários diretores me deram foi ‘Tenha um primeiro dia fácil.’ Infelizmente, por conta de conflitos de cronograma, isso não foi possível, então meu primeiro dia foi um desafio porque eu tive que atuar e dirigir. A escritora Kelly Wheeler estava comigo em Vancouver, então ela ficou encarregada de ficar reassistindo as cenas. E também era uma cena grande no córtex, nós estávamos com três câmeras em cada tomada de cena, não tinha como eu ficar sentada assistindo os monitores. Eu não queria perder tempo reassistindo as cenas no monitor, então tive que confiar no que eu estava vendo enquanto estava na cena e também confiar naqueles que estavam atrás dos monitores de que nós estávamos pegando o que era necessário.

Sempre que atores dirigem um episódio de sua série, geralmente se preparam observando outros diretores. Quais diretores você observou?
Eu observei muito. Eu acho que às vezes deixei o nosso produtor um pouco louco, porque eu continuava aparecendo em reuniões de produção. Eu apenas queria escutar e observar o máximo que eu podia. Na 4ª temporada eu fiquei ao lado de Tom Cavanagh, o que foi uma experiência realmente única, assim como David McWhirther quando ele dirigiu o nosso final. E como você sabe, o final é um dos maiores episódios que fazemos em uma temporada de The Flash, então eu aprendi muito com os dois. Eu também aproveitei a oportunidade para tomar bebidas, um café ou procurar alguém que tivesse dirigido o programa e pedir conselhos.

Qual foi o conselho mais útil que você recebeu?
Use sapatos confortáveis. [Risadas] Na verdade, todo mundo me deu conselhos diferentes. Tom me deu ótimos conselhos em tantas coisas diferentes, mas em particular sobre ser ator na série, porque a realidade é que, assim que o episódio acaba, você volta a ficar ao lado de todos, como era antes de ser um diretor. Então você não pode queimar nenhuma ponte. É um conselho realmente útil. David McWhirther possui um entusiasmo e energia inacreditáveis. Todos tinham conselhos diferentes da perspectiva deles.

Quando eu falei com Danielle Nicolet no ano passado, ela disse que Tom grita “Luz! Câmera! Ação!” antes de toda tomada de cena como um diretor antigo. Você desenvolveu algum tique diretorial nos 10 dias de produção?
Tenho certeza que sim, mas não tenho certeza se sei quais são. É engraçado, Grant fez um comentário dizendo que há apenas alguns diretores que realmente entendem como dizer “ação!” antes da cena, porque isso pode realmente afetar a energia e o momento de uma cena. Se ele sabia ou não, foi um elogio, ele disse que eu estava entre os que sabiam dizer “ação” bem.

Você foi picada pelo bichinho da direção? Você quer fazer isso mais vezes?
Assim que todos viram o meu corte e eu tive um retorno positivo, minha próxima pergunta foi “O que eu posso dirigir a seguir?”

Há alguma outra série do Arrowverse que você gostaria de dirigir? Se sim, qual?
Absolutamente! Eu adoraria ir para Supergirl. Eles são grupo muito positivo e entusiasta. Eu sinto que o tom é um pouco parecido. Uma das coisas difíceis que você tem que balancear em The Flash é esse conceito clássico de “coração, humor e espetáculo”, e eu acho que Supergirl tem muito disso de uma maneira diferente do que Legends [of Tomorrow], que é um pouco mais maluco e se inclina mais para o humor, ou Arrow, que pode ser um pouco mais sombrio e um pouco mais cheio de ação.

Fonte: Entertainment Weekly
Tradução e adaptação por Danielle Panabaker Brasil

Ao TV Guide, Danielle Panabaker falou sobre sua estreia como diretora no episódio 5×18 de The Flash. A atriz conta um pouco sobre os desafios de se dirigir em uma cena, suas inspirações, os conselhos que recebeu de outras diretoras e também antecipa momentos angustiantes entre alguns personagens da série. Confira a tradução na íntegra:

O novo episódio desta semana de The Flash, intitulado ‘Godspeed’, promete ser um dos grandes, e não apenas porque Barry (Grant Gustin) finalmente confrontará sua filha Nora (Jessica Parker Kennedy) sobre omitir que estava trabalhando com o Flash Reverso (Tom Cavanagh). É também um marco porque é a estreia de Danielle Panabaker na direção!

Esta não será a primeira vez que um membro do elenco de The Flash pisa atrás das câmeras – até agora Cavanagh já fez isso três vezes.

TV Guide conversou com Panabaker sobre a assustadora tarefa de encarar um episódio que agride emocionalmente todos os personagens envolvidos e os desafios que surgem ao dirigir a si mesma em uma dessas grandes cenas no córtex.

A primeira pergunta quando você está dirigindo um episódio é: o quanto conseguiremos ver de sua personagem, dada a quantidade de tempo que você esteve atrás das câmeras?
DP: Não muito. Caitlin é um pouco mais leve no episódio 18, porque este episódio começa com um corte direto na equipe Flash se recuperando ao saber da notícia de que Nora estava trabalhando com Eobard Thawne. E assim, enquanto eles tentam desvendar o porquê de Nora tomar essa decisão, eles resolvem ler o seu diário e esse é o nosso portal de volta ao ano 2049 – quer dizer, de avançar para o ano 2049 – e entender Nora e como ela se tornou assim e como ela começou a trabalhar com Thawne.

Obviamente isso é uma grande reviravolta na temporada, foi intimidante ter recebido um episódio tão grande para dirigir?
DP: Absolutamente. Intimidante, sim, mas também empolgante. Tive muita sorte porque eu recebi um episódio fantástico com muitas grandes histórias para contar, então isso realmente foi um desafio, mas também foi emocionante. Você sabe que assumiu a responsabilidade quando algo assim é pedido a você.

O resto do elenco te apoiou nesta sua primeira vez dirigindo?
DP: Sim, eu tive muita sorte. Acho que todos eles confiaram em mim e entenderam que eu estava trabalhando muito neste episódio, mas eu também queria permitir que eles realmente brilhassem e fizessem o seu melhor trabalho. Em um cronograma de TV, pode ser difícil às vezes; há muitas coisas que você tenta realizar em um dia, mas as performances são de vital importância neste episódio. Os personagens e as performances dos atores são muito importantes, então eu realmente só queria criar um ambiente onde os atores pudessem fazer o seu melhor trabalho, e eu acho que em particular, Grant, Jessica e Tom, realmente brilharam neste episódio.

Do que já foi adiantado, parece que há muita emoção acumulada em cada segundo de cada cena.
DP: Sim, e há alguns momentos mais leves também. Tivemos a sorte de ter Kathryn Gallagher para interpretar a melhor amiga de Nora no futuro, e ela é um sonho. Há muitas coisas boas que eu espero que os fãs gostem.

Qual foi o maior desafio que você enfrentou para se dirigir?
DP: Hum, eu não gostei, o que é algo que você não sabe até que você tente. São essas grandes cenas no córtex com todo mundo, então certamente foi um desafio tentar configurar tudo, porque estávamos trabalhando com três câmeras, e não poder sentar atrás dos monitores e assistir para ter certeza de que estávamos conseguindo as coisas. Então eu estava tentando prestar atenção nisso enquanto estava na cena e também tentando não esquecer minha fala. Certamente foi um desafio, mas consegui.

Teve algum diretor que você tenha trabalhado antes que te inspirou ou que você pediu conselhos?
DP: Eu pedi conselhos para todos os diretores que encontrei durante um ano. Desde que eu soube que dirigiria um episódio, eu ficava: ‘Quais são as suas dicas? O que eu faço? Como faço para ter sucesso?’ Eu tive muita sorte em minha carreira – obviamente nos últimos anos eu tenho sido incrivelmente apoiada pela minha família Flash e por todos que trabalham lá enquanto eu tentei aprender e entender mais. Uma das primeiras coisas que eu fiz foi uma minissérie para a HBO e eu lembro que o diretor da minissérie, Fred Schepisi, permitiu que eu o assistisse editar. Ele estava assistindo as primeiras impressões das gravações, e essa foi uma experiência altamente informativa para mim, porque, como atriz, às vezes você está tão focado em seu próprio desempenho que às vezes é difícil ver o impacto do que você está fazendo em um sentido mais amplo. Então, eu nunca vou esquecer de assisti-lo editar, e isso certamente me mudou e me moldou como atriz.

Sei que você está envolvida na campanha #Shethority para apoiar as mulheres na indústria, houve alguma diretora mulher que te inspirou?
DP: Sim, tivemos uma diretora incrível na 4ª temporada chamada Tara Weir e generosamente ela me deu ótimos conselhos, que foram valiosos como mulher e como diretora, de várias maneiras. Eu pedi conselhos a Lexi LaRoche, que era supervisora de roteiro em The Flash. Fui atrás de todas que eu tive alcance. E sou grata por todas elas.

Há algum momento neste episódio que você tenha se sentido particularmente orgulhosa e esteja ansiosa para os fãs verem?
DP: Quero dizer, acho que é um ótimo episódio. Tive a sorte de obter um roteiro fantástico e com tantos grandes momentos. Há vários momentos realmente angustiantes entre Grant e Jessica, e também entre Grant e Tom. Existem algumas épicas cenas de luta. Espero que tenha tudo o que um fã de Flash queira.

Fonte: TV Guide
Tradução e adaptação por Danielle Panabaker Brasil

No final do ano passado Danielle Panabaker protagonizou o filme de natal do Hallmark Channel “Christmas Joy”. Traçando um paralelo entre o filme e a série The Flash, o site International Business Times perguntou a atriz com quais colegas da DCTV ela gostaria de trabalhar em um filme. Confira a tradução completa:

Estrela de The Flash, Danielle Panabaker recentemente estrelou o filme “Christmas Joy” do Hallmark Channel. Esse não foi o seu primeiro filme do canal. Ela também não é a primeira atriz do Arrowverse a trabalhar com a emissora.

Então, e se Hallmark decidisse juntar alguns deles em um novo filme – quem deveria estrelar? O International Business Times perguntou isso a atriz.

Apesar de, antes de conversar com o IBT, Panabaker não saber que várias estrelas do Arrowverse já haviam feito filmes do Hallmark, incluindo seu colega de elenco de The Flash, Tom Cavanagh (franquia “Darrow & Darrow” e “Trading Christmas), ela foi rápida ao escolher a pessoa com quem gostaria de fazer um filme.

“Eu gostaria de fazer um com Melissa [Benoist, que interpreta Kara Danvers/Supergirl]… É apenas um sonho trabalhar com ela,” diz Panabaker. “Ela ri todos os dias. Ela é tão divertida de ter por perto. Tem uma ótima energia. Então, eu acho que ela seria a minha primeira escolha.”

Se o seu colega de Hallmark tivesse que ser um homem, “com certeza seria Tom,” ela disse, antes de completar que “talvez ele possa deixar eu participar de sua série”.

E se todos eles pudessem estar em um filme juntos, quem seria a quarta pessoa?

“Sabe o que eu acho que seria realmente divertido? Tudo isso é totalmente egoísta sobre quem eu acho que me divertiria. Eu acho que Keiynan [Lonsdale, Wally West], na verdade. Acredito que poderíamos rir e nos divertir muito. E acho que gostaríamos disso.”

Que a campanha para este crossover comece. Enquanto os fãs esperam por essa épica comédia romântica acontecer, podem assistir novos episódios da 5ª temporada de The Flash na The CW às terças-feiras 8pm EST (22h no horário de Brasília).

Fonte: International Business Time

Tradução por Danielle Panabaker Brasil