Danielle Panabaker é a capa da edição de outubro da revista NKD Mag. Além da sessão de fotos, a atriz concedeu entrevista e falou sobre o começo da carreira junto com sua irmã, Kay Panabaker, a sua estreia como diretora em um episódio de The Flash, assim como a 5ª temporada da série, o que espera de trabalhos futuros, empoderamento feminino, o impacto e legado de suas atuais personagens e mais. Confira a entrevista na íntegra:

DANIELLE PANABAKER por Catherine Powell
Danielle Panabaker é tão fácil quanto consegue – até o seu pedido de café é simples (se você está se perguntando, é um latte gelado de amêndoas.) Ela chega para a nossa manhã de ensaio fotográfica pronta para começar, e imediatamente após acabar, ela embarca em um avião de volta para Vancouver, onde passa quase 10 meses do ano gravando The Flash. O estresse de um longo dia pode pegar algumas pessoas, mas Danielle está acostumada a isso – ela tem vivido essa vida agitada desde que tinha 15 anos. Agora com 31, ela é uma profissional experiente – mas ainda não está completamente convencida de que poderá fazer isso para sempre.

Danielle cresceu mudando de cidade a cada dois anos por conta do trabalha de seu pai com vendas, e enquanto estudava em casa nos subúrbios de Atlanta, sua mãe inscreveu Danielle e sua irmã mais nova (a atriz Kay Panabaker) em um programa de teatro comunitário para que elas pudessem ficar perto de crianças de sua idade. As duas trabalharam um pouco em Atlanta antes do clã Panabaker se mudar do norte para Chicago, onde as duas irmãs continuaram trabalhando. Eventualmente, foi sugerido que as garotas tentassem a temporada de pilotos em Los Angeles, então eles se mudaram novamente quando Danielle tinha 15 anos de idade. 15 anos depois, ainda é onde Danielle chama de casa.

Ambas Danielle e Kay tiveram sorte e começaram a trabalhar logo, o que foi difícil para a família no começo, mas eles fizeram funcionar. Sua mãe viajava com quem estivesse filmando fora da cidade, e o seu pai ficava em casa, em Los Angeles, com a outra. Mas assim que fez 18 anos, ela não precisava de acompanhante.

Danielle achou confortante ter por perto alguém que entendia o que ela estava passando, mas admite que as duas tiveram experiências muito diferentes. “Ela [Kay] é muito mais extrovertida do que eu, e muitas coisas vieram mais fácil para ela do que pra mim,” Danielle admite. “Foi bom ter ela [por perto], mas a experiência de cada uma é diferente.”

Apesar dos sonhos e objetivos de Danielle, ela sempre olhou para a atuação de um ponto de vista muito realista – onde cada trabalho poderia ser o seu último. Mesmo aos 15 anos, ela entendia que muito de sua carreira estava fora de seu controle. “O fato de que eu posso viver fazendo o que eu amo? Eu tenho sorte,” ela diz, “mas quando nós viemos para Los Angeles, foi com o entendimento que essa coisa de atuar não iria dar certo e eu voltaria para Chicago em um ano.” Entretanto, as coisas mudaram constantemente para ela na adolescência, então a família ficou na California. Mas mesmo com o sucesso inicial, Danielle e seus pais ainda valorizavam a educação, e ela foi para a UCLA (Universidade da California em Los Angeles) e aos 19 anos se formou em Inglês. “Naquela época eu estava trabalhando integralmente em Shark, então eu ia para o trabalho às segundas, quartas e sextas-feiras, e ia para a faculdade às terças e quintas,” Danielle relembra, “É o meu plano B. Eu gostaria de pensar que não preciso de um plano B, mas a realidade é que essa indústria está mudando muito rápido.”

Danielle trabalhou em Shark por quase três anos e após isso, fez uma decisão consciente de não trabalhar na televisão por um tempo. Mas depois de alguns anos fazendo filmes de baixo orçamento, Danielle começou a procurar ativamente por um novo papel na televisão. E aí entra The Flash.

Imediatamente interessada na série por conta do envolvimento do produtor Greg Berlanti, Danielle conquistou o papel de Caitlin Snow e está na série desde o primeiro episódio. Agora, após três meses gravando a 5ª temporada, a série se aproxima de seu 100º episódio. “Não há muitas séries por aí que fazem isso,” ela diz, “algumas vezes parece que já se passaram 40 anos e as vezes parece que foram 4 minutos.”

The Flash foi a segunda série do universo da The CW denominado de “Arrowverse” (seguido de Arrow, obviamente), e com isso veio uma esperada quantidade de sucesso. Arrow tinha reunido um número de fãs, e havia pelo menos uma forte esperança de que aqueles espectadores também acompanhassem outra série de super-herois dentro do mesmo universo. As expectativas eram tão altas que alguns dos colegas de elenco de Danielle e vários membros da equipe começaram a procurar moradia em Vancouver enquanto gravavam o piloto – antes da série ter o seu sinal verde oficial. Mas, realista como sempre, Danielle esperou até que as coisas fossem oficiais antes de se mudar para o Canadá. “Isso é contar com as galinhas antes que o ovo choque,” ela diz, “Eu estive fazendo isso por tanto tempo, que pensava ‘Eu vou atravessar essa ponte, quando for a hora'”

Além do nome de Greg [Berlanti] estar relacionado a série, Danielle imediatamente foi atraída para Caitlin por conta de suas várias camadas. “Ela tem um ótimo trabalho que ela é incrivelmente boa, e é muito inteligente, e ser inteligente é celebrado,” diz Danielle, “eu sempre fui boa em matemática, e era constantemente provocada por conta disso, então eu gosto que a inteligência e sua paixão pelo trabalho estejam em foco, ao invés de apenas com quem ela está namorando.”

Os fãs dos quadrinhos imediatamente reconheceram o nome de Caitlin como o alter ego de Killer Frost, e estavam esperando pelo dia em que ela se tornaria gélida na tela. Este momento chegou na 3ª temporada, seguindo o “Flashpoint” – uma ocorrência de alteração da linha do tempo que foi o resultado de Barry Allen (Grant Gustin) voltando no tempo para salvar a sua família, e então desfazendo a coisa toda. (Não mexam com viagem no tempo, crianças.) Mas como aprendemos no final da 4ª temporada, os poderes de Caitlin não foram resultados da impulsividade de Barry ou do acelerador de partículas, e sim de alguma coisa que esteve em seu DNA desde a infância.

Danielle estava ansiosa para abordar mais da história de Killer Frost na 4ª temporada, mas é completamente sincera ao admitir que sentiu que isso se perdeu no embaralhado de todos os outros pontos da trama. Mas a 5º temporada explorará as histórias de ambas Killer Frost e Caitlin com mais profundidade do que nunca. “Eles me prometeram que neste ano fariam um trabalho melhor de explicar de onde ela surgiu e quem ela é, e estou animada para aprender mais sobre isso,” Danielle diz sobre Killer Frost, “na metade da 4ª temporada, eu senti que ela estava apenas aparecendo.”

Parte desse entendimento virá da introdução do pai de Caitlin, interpretado por Kyle Secor, “Eu conheci Kyle e ele é um sonho,” Danielle diz. Pelos últimos três anos, Caitlin tem operado sob a suposição de que seu pai está morto, então essa introdução com certeza causará uma agitação. Enquanto ela investiga a história de sua família para aprender mais sobre seus poderes, isso a leva a ter mais perguntas sobre sua família. Com o relacionamento com sua mãe já manchado, isso deve ser revelador.

A nova informação de Caitlin balança a sua dinâmica com a equipe Flash – mas em uma maneira boa. Como a única personagem principal que não teve a família realmente explorada, as novas revelações irão trazer o apoio de seus colegas. Danielle adianta que “boas cenas com Carlos [Valdes]” estão vindo, e até mesmo uma amizade com o novo membro da equipe Flash, Ralph (Hartley Sawyer).

Enquanto Danielle se acostumou a interpretar Caitlin, nesta temporada ela terá um novo papel: diretora. Danielle fará a sua estreia como diretora no episódio 18 desta temporada e enquanto a gravação desse episódio está a meses de distância, ela já está se preparando. “Eu estive extremamente focada nisso. Estou extremamente ansiosa,” ela diz, “eu quero aprender o máximo que eu posso.” Para se preparar, Danielle passa o maior tempo que pode na sala de pós-produção, e fez um wokshop de direção no último verão. No tempo livre durante as gravações, ela está fazendo uma ‘masterclass’ em direção com Ron Howard, e recentemente sentou com Tara Nicole Weyr, que dirigiu The Flash na temporada passada, que deu um grande conselho de como conduzir a série. “Ela foi tão generosa comigo e me deu ótimos conselhos,” diz Danielle.

Danielle sempre foi fascinada pelo processo de criação de filmes e televisão porque são “mais de 150 artistas se reunindo, fazendo o que eles fazem de melhor, para criar algo.” Ela sempre pensou que gostaria de produzir em algum momento da carreira, mas acabou tendo a oportunidade de dirigir primeiro. “Eu estava realmente inspirada por Tom Cavanagh [que interpreta Harrison Wells em The Flash], que dirigiu na 3ª temporada,” diz Danielle, “eu fiquei um pouco apavorada quando me ofereceram o trabalho, mas eu acho que me inclinar, dizer ‘sim’ e aproveitar a oportunidade.” Os colegas de trabalho de Danielle já apoiam o seu esforço. Particularmente Danielle Nicolet (que interpreta Cecile), e se juntou a série em 2015, e Tom. “Eu não acho que estaria fazendo isso sem o apoio e orientação de Tom,” ela diz. “E eu acredito que Grant e Carlos irão me apoiar de alguma forma especial.”

Apoio é algo que atravessa o universo inteiro da DCTV – especialmente entre as mulheres, que criaram um tipo de refúgio com o nome de SheThority – que oferece uma plataforma para mulheres darem conselhos para as outras e compartilharem suas histórias. “Eu tenho que dar muito crédito para Caity Lotz, porque foi ela quem apresentou a ideia para nós no último outono, durante os crossovers, e não acho que estaríamos nisso se não fosse por ela,” diz Danielle. “Na era do ‘Times Up’, vendo a discrepância de salários entre homens e mulheres nessas séries… Ter essas mulheres com que eu posso contar – Caity Lotz e Katie Cassidy em particular – é empoderador.” As mulheres eliminaram a ideia de que “há apenas lugar para uma” e estabeleceram uma comunidade onde sabem que outras mulheres irão a batalha por elas. “Houve pessoas na minha vida que ficaram um pouco irritadas por termos nos unido, mas na minha opinião, conhecimento é poder, e sou grata a essas mulheres,” ela diz.

SheThority tem dado às mulheres uma conexão mais profunda com as fãs da série e no topo da interação online, Danielle faz um ponto em comparecer a convenções e conhecer fãs de todo lugar do mundo sempre que sua agenda permite. “Sempre fico deslumbrada quando jovens garotas me dizem ‘Eu quero ser médica’ ou ‘Eu quero ser uma cientista como Caitlin’, isso é incrível,” diz Danielle. “Essas são as interações que são mais significativas para mim – saber que há jovens mulheres assistindo a série e são impactadas por isso de uma forma positiva.”

Com The Flash ainda forte e sem sinais de acabar tão cedo, Danielle não tem certeza do que acontecerá após o eventual fim da série. “Não sei o que vem a seguir. As coisas estão mudando – há muitas plataformas para conteúdo agora,” ela diz, “eu acho que o sonho seria estar em algo como The Handmaid’s Tale ou The Marvelous Mrs. Maisel.” Ela espera que a direção abrirá mais as portas para os bastidores, seja produzindo ou dirigindo outras séries de televisão. “Eu me sinto muito confortável dirigindo The Flash primeiro,” ela diz, “Quando os novos diretores chegam, eu sinto muita empatia por eles.”

Para o futuro imediato, Danielle irá estrelar no filme de natal do canal Hallmark, Christmas Joy, que estreia dia 3 de novembro – uma oportunidade que a animou imediatamente por conta do quão “generoso Hallmark Channel é com as mulheres.” O roteiro foi escrito por uma mulher, assim como foi dirigido por uma mulher – e obviamente estrela uma mulher. Em adição, há uma abundância de mulheres na equipe. “Foi bom fazer algo um pouco diferente,” diz Danielle.

Antes de The Flash, Caitlin Snow e Killer Frost já existiam, e assim que a série inevitavelmente acabar, elas continuarão a existir – seja nos quadrinhos ou em novas adaptações para as telas. No que diz respeito a legado, Danielle não pensa muito nisso – mas ela é incrivelmente grata por fazer parte dessa jornada. “É muito louco que eles fizeram um Funko Pop de mim,” ela diz, “É muito legal.”

Fonte: NKD Mag

Tradução e adaptação por Danielle Panabaker Brasil

Entre os dias 20 e 23 de Julho aconteceu a San Diego Comic Con. E junto com o elenco de The Flash, Danielle Panabaker compareceu ao evento. Juntamos nesse super post tudo o que a atriz fez durante os dias em que esteve na SDCC.

SEXTA-FEIRA (21)

Danielle participou de um evento da Warner Bros. TV, o Comic Con Media Mixer.

SÁBADO (22)

No sábado foi dia de The Flash! Junto com seus colegas de elenco Grant Gustin, Candice Patton, Carlos Valdes, Keiynan Lonsdale, Jesse L. Martin e Tom Cavanagh, Danielle concedeu diversas entrevistas sobre a quarta temporada da série, que estreia dia 10 de outubro.

Além das entrevistas, os atores posaram para diversas sessões de fotos.

Distribuíram autógrafos.

E participaram do painel de The Flash.

No painel, Danielle disse que é muito mais divertido ser malvada. Ao interpretar Killer Frost ela pode ser mais atrevida e obscura e foi genial.

Danielle é considerada pelo elenco a melhor para guardar segredos.

Ela adorou a cena da Killer Frost na prisão no futuro. Tom Cavanagh disse que ela estava grandiosa.

Danielle está muito animada para a quarta temporada.

E ainda disse que nem os fãs da Caitlin e nem os fãs da Killer Frost ficarão decepcionados na próxima temporada.

E no final da noite, Danielle compareceu a after party da Entertainment Weekly

Danielle Panabaker estampa a edição de dezembro da revista online Vulkan Magazine. A atriz participou de uma sessão de fotos e concedeu entrevista, onde falou sobre sua carreira, The Flash, seus exemplos de vida, o que espera de 2017 e mais.
Confira a entrevista completa traduzida, e em seguida, as fotos:

“Danielle Panabaker por Sharon Mor Yosef”

Fotografia: Sharon Mor Yosef
Estilo: Enrique Melendez
MAKEUP ARTIST: Kristina Brown @ Tracey Mattingly
Maquiagem: Ryan Taniguchi @ Tomlinson Management Group
Pós-produção: Iris Markevitch
Entrevista por Aliecia Brisset

Embora muito elogiada por sua transição para fora da Disney, Danielle Panabaker tem provado ser mais do que um rostinho bonito; com papéis-chave em séries como Justified e The Flash, Danielle tem provado ser uma atriz sem sinais desaceleração. VULKAN sentou com a estrela para conversar sobre sua jornada, as pressões de Hollywood e o que podemos esperar no futuro.

Você começou sua carreira na Disney Channel. Foi difícil a transição e se preparar para papéis mais maduros que você tem feito durante os últimos anos?
Eu não foquei conscientemente em fazer a transição – eu apenas queria continuar trabalhando com bom material e pessoas boas. Continuei trabalhando com treinadores e professores para manter habilidades afiadas para que eu estivesse sempre preparado para novos papéis e oportunidades.

Ter tido um início precoce no mundo de Hollywood ajudou ou dificultou essa transição?
Sou grata por ter começado tão nova. Eu comecei a estudar atuação com muitos professores e treinadores diferentes quando eu era nova, com 15 anos, então tive tempo de trabalhar na minha profissão. Também tive a oportunidade de trabalhar com alguns cineastas fantásticos, e todas as experiências me ajudaram a crescer, tanto como atriz, quanto como pessoa. Certamente houve momentos em que eu tive que trabalhar duro muito para convencer as pessoas de que era a pessoa certa para um papel, porque eu precisava mudar a percepção que eles tinham de mim, mas estou feliz por ter a chance de me empurrar e crescer.

Como você definiria sucesso na industria do entretenimento? Como alguém sabe quando se tornou um sucesso?
Eu acho que essa é uma decisão pessoal – cada um, individualmente, tem de decidir o que sucesso significa. Pessoalmente, eu sou grata pelo meu trabalho e que eu posso ganhar a vida como artista. Mas também sou animada para ver o que está a minha frente e que outras oportunidades existem além de The Flash.

O que a indústria da atuação te ensinou desde que era nova?
Eu aprendi a ser profissional. No set, há entre 100 e 200 pessoas esperando você fazer o seu trabalho e tempo é dinheiro. Eu me orgulho de ser profissional, preparada e trabalhar o melhor possível.

Você tem algum conselho para uma estrela infantil entrando em cena em Hollywood?
É algo difícil; trabalhar em um mundo adulto, enquanto você ainda é uma “criança”. Eu acho que é importante manter as crianças em torno de crianças de sua idade, através da escola ou outras atividades sociais. Eu também acho que é importante sair de sua bolha de trabalho e ver o mundo fora da indústria do entretenimento.

Você pode nos dizer um pocuo sobre sua personagem, Killer Frost em The Flash? O que você mais aprecia em estar na série?
Nessa temporada, Caitlin está lutando com seus novos poderes e está com medo de se tornar malvada como sua sósia da Terra-2, Killer Frost. As duas possuem os mesmos poderes, e Caitlin está preocupada de que ela se torne viciada em fazer coisas ruins com seus poderes.

Você está em Arrow e The Flash como Caitlin Snow desde 2014. Como você sente que ela mudou durante esses anos?
Espero que ela tenha crescido! Acho que inicialmente Caitlin era bem fechado após perder seu noivo, mas como a equipe passou por momentos difíceis juntos e tem sido tão leal, ela se tornou mais vulnerável e conectada a eles. Ela cometeu erros e teve muitas decepções, mas espero que ela esteja aprendendo.

Como você lida com a pressão de ser uma celebridade?
Eu tento balancear a minha vida e estar cerca de boas pessoas, e também tento manter a minha vida pessoal privada. Nossa série tem muitos seguidores nas redes sociais, e tento manter uma presença positiva nas redes sociais.

Por que você acha que as séries de superherois estão fazendo tanto sucesso ultimamente?
Eu acho que todas as pessoas podem se relacionar com a fantasia de querer ter super poderes e mudar o mundo. O que eu amo sobre a nossa série, em participar, é que ela recheada de esperança; a ideia de que uma pessoa pode fazer a diferença.

Você já desempenhou um grande número de papéis em dramas de TV e crime e nos últimos anos, tem experimentado gênero super-heroi. O que atrai você para cada gênero?
The Flash tem sido minha introdução às histórias em quadrinhos e ao mundo dos superherois. Estou constantamente maravilhada com o quanto grande é esse mundo, e quão criativas e cheias de nuances as histórias são. Eu adoro me aprofundar em todas as histórias de todos os diferentes personagens.

Quem é ou tem sido teu maior exemplo?
Eu amo uma frase de Michelle Obama “quando eles vão baixo, nós vamos alto.” Me sinto sortuda de quer tantas mulheres ao meu redor, que me apoiam e me encorajar e são pessoas que posso pedir ajuda quando preciso. Minha avó, em particupar, tem sido uma incrível fonte de encorajamento e inspiração.

Você se lembra de como se sentiu quando conseguiu a sua primeira personagem?
Todas as vezes que eu consigo uma personagem é uma surpresa e um prazer. Esse sentimento nunca muda.

O que você mais espera de 2017?
Espero outro ano de bons materiais em The Flash e a oportunidade de viajar ainda mais.

Tradução por Danielle Panabaker Brasil – Não reproduza sem os créditos!

Na edição de Novembro da revista Status Magazine, Danielle Panabaker conversou sobre sua personagem em The Flash, a possível sequência de Sky High, seus futuros planos de trabalho e muito mais. Confira a tradução completa da entrevista e os scans da revista:

Ato de Classe
Não importa quantas linhas do tempo Barry Allen planeja arruinar, Danielle Panabaker, de The Flash, continua um talento atemporal, independentemente no universo em que ela está. Detalhista com uma belíssima mente e a sofisticação de uma metahumana, ela certamente não é uma donzela em perigo.

Por Pola Beronilla
Fotografia por Irvin Ribera
Estilo por Katrina Guevara
Maquiagem por Nicole Walmsley
Cabelo por David Gardner

Há algo sobre Danielle Panabaker e super-herois. Em 2005, ela fez seu primeiro trabalho envolvendo super-herois em Sky High, da Disney, como a amante da natureza Layla Williams. Depois de alguns filmes de terror e várias séries de TV, eventualmente ela encontrou uma nova casa no S.T.A.R. Labs como a perspicaz bioengenheira Caitlin Snow. Agora em sua terceira temporada, The Flash tem sido uma ótima jornada. “Os fãs respondem a esta ideia de que por trás de cada episódio deve haver coração, humor e espetáculo, acho que eles rapidamente gostaram [disso],” compartilha a atriz. Estrelando juntamente com um elenco estrelar que inclui Grant Gustin, Tom Cavanagh, Jesse L. Martin e Carlos Valdes, ela admite que tudo vem de forma natural. “A química entre nosso elenco é fantástica. Me sinto muito sortuda que nos damos tão bem. Há tanto amor genuíno e afeição entre cada um de nós,” ela acrescenta. Acontece que no coração e mente de Central City, Danielle Panabaker é muito mais do que só um rosto bonito.
Na vida real, a atriz não é diferente de sua personagem. Terminando o Ensino Médio aos 14 anos e conseguindo seu bacharelado aos 19, a atuação não estava originalmente em seus planos. “Você sabe, não me permitiam assistir nada quando criança. Nós não tínhamos TV em casa,” ela lembra. Como respondeu ao chamado para as telas, ela agora também é um super-heroina da vida real, trabalhando com várias organizações sem fins lucrativos, incluindo The Art of Elysium, UNICEF, e Young Storytellers Foundation. Embora ela nos dê calafrios sempre que entra em cena como Caitlin Snow ou Killer Frost, ela definitivamente não será legal demais para nós em qualquer momento. Para citar vagamento Harrison Wells da Terra-2 no 23º episódio da segunda temporada de The Flash, Danielle Panabaker é uma tremenda atriz, mas uma pessoa ainda melhor. Minutos antes de trocar de lugar com Caitlin Snow, Danielle relaxou conosco para conversar sobre o destino de sua personagem em The Flash, seus pensamentos sobre a sequência de Sky High, e qual o próximo gênero de atuação que ela quer adicionar ao seu currículo.

Há muitos personagens fortes, porém complexos, em The Flash. O que você acha que faz de Caitlin um desses personagens?
Há tanto coisa a mais sobre ela. Ela é uma personagem tão forte e eu amo que ela não tem medo de lutar por aquilo que acredito. Acho que sua força é óbvia. Ela passou por muita coisa durante as últimas duas temporadas, e ela continua mostrando isso. Ela está constantemente se desafiando e aprendendo mais, então acredito que ela é incrivelmente forte, mas ao mesmo tempo, ela não é perfeita. Você sabe, ela cometeu erros; nem sempre ela faz as escolhas certas do momento. Eu acho que é isso que faz dela muito relacionável.

Na segunda temporada você pode explorar outra personagem, Killer Frost. Como foi se dividir entre as duas personagens?
Logisticamente, foi um desafio gravar aquilo, mas foi uma experiência tão divertida. Quero dizer, onde você pode achar uma série que te dá a experiência de interpretar personagens tão diferentes e permite nosso elenco inteiro brilhar e mostrar suas habilidades incríveis? Foi um pouco estressante mas, ainda assim, emocionante poder criar essa nova personagem, trocando entre Caitlin Snow e Killer Frost.

Você procurou nas histórias em quadrinhos ou outras versões de Killer Frost para se inspirar?
Sim, eu procurei algumas das histórias em quadrinho originais, mas eu também quis confiar no material no roteiro porque esse é o mundo que estamos criando. Acho que nossos escritores fazem um trabalho excelente sendo fiéis à algumas ideias que originaram das histórias em quadrinhos e ao mesmo tempo adicionam sua própria mudança nele.

Os primeiros episódios da terceira temporada tem nos provocado um pouco sobre Caitlin tendo poderes. Quão diferente isso será da Killer Frost já mostrada na série?
Será completamente diferente. Quero dizer, anteriormente nos outros episódios, nós vimos que Killer Frost já era muito malvada. Com Caitlin nas duas últimas temporadas, nós vemos ela lutando contra seus poderes, e eu não acho necessariamente que ela está destinada a se tornar a Killer Forst que vimos na Terra-2.

Essa é uma pergunta de um fã: Como foi trabalhar com Kevin Smith em alguns episódios de The Flash?
Fantástico. Ele é um fã genuíno da série, e traz uma quantidade incrível de entusiasmo. Ele também é muito experiente e sabe o que está procurando em termos de filmagem e como é que deve ser. É algo ótimo trabalhar com alguém que sabe o que está fazendo e apenas faz um trabalho incrível.

Caitlin não é a mais sortuda quando o assunto é amor em Central City. Você se sente mal pela sua personagem?
Obviamente fico triste quando as coisas não dão certo para ela – eu acho que Ronnie era o par perfeito para ela – mas eu me sinto mal por ela? Não necessariamente. Estou triste que ela tem passado por tanta dor, mas acho que no final, ela será capaz de encontrar a pessoa que ela é destinada a ficar.

Você acha que há espaço para amor na vida da Caitlin nessa temporada ou prefere que ela foque em seus poderes?
Pessoalmente, eu preferiria que ela focasse em si mesma e em seus poderes, em primeiro lugar, mas eu não sei se realmente vai ser assim (risos).

Por outro lado, parece que você tem tido sorte com o gênero de super-herois. Recententemente, notícias de uma sequência de Sky High surgiram na Internet. Você gostaria de fazer parte desse projeto?
Absolutamente! Não posso acreditar. Foi uma experiência tão fantástica para mim, e também foi um filme incrível. Quero dizer, foi uma oportunidade tão grande para mim. Eu fiz alguns amigos para a vida inteira fazendo aquele filme. Eu adoraria fazer qualquer coisa relacionada a Sky High.

Como você acha que sua personagem evoluiu desde o último filme?
Não sei, mas eu acho que Layla provavelmente seria uma professora. Ela se doa tanto, e se preocupa tanto com o mundo, então eu não estaria realmente surpresa se ela estivesse ensinando crianças agora.

Você também mergulhou no mundo independente em 2014 com Time Lapse e ainda ganhou como Melhor Atriz no London Independent Film Festival por isso. O que mais você gostaria de explorar atuando?
Eu meio que gosto de fazer um material mais sério, mas também gostaria de fazer um pouco mais de comédia. Acho que The Flash está me dando a oportunidade de fazer isso com meus colegas de elenco e me dividir, então, com certeza eu adoraria ter mais comédia em meu currículo.

 

Tradução por Danielle Panabaker Brasil – não reproduza sem os créditos!